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20 de março de 2012

Média salarial em agências de marketing digital cresce 35,3%

A segunda edição da Pesquisa de Cargos e Salários que a Abradi – Associação Brasileira das Agências Digitais lançada neste mês (mar/2012) mostra uma variação positiva nos valores ao longo dos últimos 12 meses.

As maiores médias salariais estão no Sudeste e são dos diretores de mídia (R$ 14.580,18), operações (R$ 10.307,59), planejamento (R$ 10.193,04), atendimento (R$ 8.993,60), tecnologia (R$ 8.363,45) e criação (R$ 8.162,48).

Veja logo abaixo tabela completa:

21 de setembro de 2011

O mico dos aplicativos auto suficientes

No mundo do marketing, tudo o que atrai a atenção do consumidor pela inovação e criatividade não tarda a tornar-se tendência. Uma das mais recentes é a ação da Danone & Bonafont, que pode ser lida aqui onde, geladeiras distribuídas a tuiteiras influentes lançam tuítes cada vez que forem abertas, para lembrar a necessidade do consumo de água durante o dia. 

Mas, há também aplicativos desenvolvidos com propostas mais divertidas, como no artigo postado aqui sobre o aplicativo japonês para o iPhone, que envia tuítes constrangedores, caso seja pressionado o botão 'soneca' da função despertador, a fim de que seus usuários levantem ao primeiro sinal do aparelho. Muitas pessoas certamente aderem a esse tipo de 'diversão' meramente com o intuito de chamar a atenção de amigos e causar alguma impressão nos meios digitais.

No entanto, aplicativos como estes também podem surtir efeito negativo e, consequentemente, contrário ao esperado pelas empresas. Um caso que deu errado em 2010 foi o da Coca Cola, que além de dar errado, ainda terminou em gafe, conforme artigo abaixo.


Referência a filme pornô tira campanha da Coca-Cola do ar
Na Escócia, uma ação da Coca-Cola no Facebook para promover seu refrigerante Dr Pepper precisou ser retirada do ar às pressas depois que a mãe de uma garota de 14 anos descobriu, entre as frases publicadas pela marca, uma referência a um filme pornográfico. Na campanha, um aplicativo colocava frases constrangedoras no perfil dos usuários que o instalavam. Entre esses textos é que o título foi encontrado.
A mãe, além de entrar em contato com o departamento de marketing da Coca-Cola, publicou um texto em uma rede social voltada para pais.

Buscando retratação, a Coca-Cola ofereceu ingressos para uma sessão de teatro e um pernoite em Londres à família, mas acabou cometendo outra gafe: "Não me serve para nada", reclamou a mãe. "Nós moramos em Glasgow", disse ao jornal The Telegraph. 

19 de setembro de 2011

Logorama



Ano passado me deparei com o vencedor do Oscar 2010 na categoria curta de animação e achei fantástico. O filme mostra um mundo onde uma séria de logomarcas são as personagens principais da trama (a grande maioria delas é conhecida pelo grande público), que mostra a perseguição a um fugitivo (Ronald McDonald) que sai aterrorizando as ruas enquanto é perseguido por policiais "Michelin".

Neste curta, o mais interessante é que, como já citado acima, a grande maioria das marcas que aparecem são conhecidas por nós, o que mostra como que um trabalho de divulgação bem feito, seja ele através de ação promocional (panfletagem, entrega de brindes), ou uma campanha de marketing digital (hotsites, mailings, e-mail marketing, redes sociais) com um bom trabalho de comunicação visual,  trabalhado e divulgado de forma coerente e direcionado podem perpetuá-la por um logo período.

Vale a pena conferir.  São +/- 15min bem divertidos.

Espero que gostem.

16 de setembro de 2011

Mais um pouco de redes e mídias sociais

Em passeio pela famosa rede mundial de computadores, mais conhecida como internet, encontrei este post no portal cidademarketing e gostaria de compartilhar com vocês. É, sem dúvida, uma maneira prática e positiva do uso das redes e mídias sociais, considerando inclusive seu poder de divulgação que pode acarretar bons frutos ou péssimas referências sobre determinados serviços/produtos oferecidos pelo mundo.

Com a palavra, Thales Brandão que é editor executivo do Portal CidadeMarketing.com.br

A socialização é um fato histórico. O homem carrega uma estrutura social desde a antiguidade quando buscava estrutura de sobrevivência: proteção, busca de alimentos e relacionamentos afetivos.   Não existe mistério para diferenciar conceitualmente redes e mídias sociais - pois os dois em sua essência são estruturas sociais formadas por pessoas e conexões humanas. Redes sociais são definidas como nodos ligados por relações sociais estruturados por pessoas em função de um interesse em comum e mídias sociais associam-se a conteúdos (textos, imagens, vídeos, entre outros) gerados e compartilhados pelas pessoas nas redes sociais.

Redes Sociais (conexão de pessoas com outras pessoas): Orkut, Facebook, MySpace e Flickr;
Mídias Sociais (conteúdos gerados e compartilhados por usuários): Twitter, SlideShare, Youtube, Digg e Delicious;


O conceito é deturpado quando atrelam redes e mídias sociais exclusivamente a tecnologia. A tecnologia apenas é uma ponte que facilita e contribui para a interação das pessoas, desenvolvimento e compartilhamento de conteúdos. A confusão dos conceitos entre redes e mídias sociais é natural.


Existe uma lacuna grande de entendimento no cenário empresarial sobre uso das ferramentas digitais, em especiais, Twitter e Facebook como espaço agregador de valor. Muitas empresas continuam criando perfis e gritando para seus clientes/consumidores "Estou nas redes sociais! Ebaaa! Sigam-me". Organizações com essas características não se atentam para os riscos presentes nos espaços digitais, que poderão trazer sérios danos à imagem de suas marcas, caso não tenham estratégias e profissionais especializados em negócios digitais. Além disso, percebemos também muitas empresas atuando com estratégias restritas, pois utilizam os espaços digitais somente para ações promocionais de seus produtos/serviços.

São nas redes e mídias sociais que os consumidores expõem seus sentimentos - angústia, amor, ódio, insatisfação, prazer... Atitudes sentimentais que se multiplicam quando são retweetadas ou compartilhadas - formando um poder coletivo. Empresas que não conseguem absorver os diálogos digitais dos novos consumidores podem ter sérios prejuízos, arranhando de forma significativa seus produtos, serviços e consequentemente a reputação de marca.

O autor Michael Solomon em seu recente livro "O comportamento do Consumidor - Comprando, possuindo e sendo - 9ª Edição" afirma que poucos duvidam que a revolução digital seja uma das influências mais significativas sobre o comportamento do consumidor, e o impacto da Web continuará a se expandir à medida que cada vez mais pessoas por todo mundo se conectam à rede. Muitos de nós somos ávidos internautas, e é difícil imaginar uma época em que e-mails, Twitter ou Blackberries não faziam parte da vida cotidiana.

Como pesquisador no segmento de negócios digitais estou constantemente dialogando nas mídias sociais para que as empresas comecem a profissionalizar suas ações digitais.

• Contratem pessoas inquietas: nerds, blogueiros e pesquisadores digitais com identidade e sangue da geração Y e Z;

• Implantem estratégias de presença digital alinhadas com a identidade organizacional;
• Monitorem e mensurem permanentemente as ações digitais;
• Crie uma cultura de colaboração;
• Estejam preparados para gerir riscos e crises, pois todas as organizações passam por fases turbulentas;
• Interajam de forma transparente e ética com todos os stakeholders (grupo de interesses);

Com o poder da coletividade, as opiniões dos consumidores ganham força sem precedentes exigindo uma reengenharia nos processos empresariais. Repensar o modelo organizacional tradicional é ponto chave para inserir as marcas nos ambientes digitais.  Penso que através de planos estratégicos digitais as empresas contemporâneas conseguirão tangibilizar os conceitos, diferenças e essências das redes e mídias sociais agregando valor ao seu negócio.

Para o link direto, clique aqui

15 de setembro de 2011

O fim da privacidade.

Ontem postamos uma ação bem legal da Danone com a Bonafont, onde algumas pessoas (tuiteiras) ganharam uma geladeira conectada à internet wirelles (high tech é pouco, né? rss) que envia mensagens para o twitter do ganhador, informando quando este estaria bebendo água, informando das suas benesses e tal. No entanto, parece que as ideias para twitter não param por ai.

Foi lançado na app store da Apple, esse desconsertante despertador que envia twittes para o perfil daqueles que se permitem a "brincadeira", com mensagens bem inusitadas (embaraçosas seria a palavra certa), até pornográficas, caso a pessoa ative a função soneca do despertador.

A noticia foi veiculada pela techtudo em sua página, e informa que as frases são aleatórias, de modo que não há como saber o que acontecerá caso você decida dormir um pouco mais.

A verdade é que cada vez mais é possível observar que o principal objetivo é a invasão da privacidade alheia, aumentando e muito a necessidade de cautela quando da exposição pública nas redes sociais de fatos que outrora seriam privados.

No post que fizemos sobre as redes sociais, apontamos algumas situações onde a falta de cuidado com o que é postado no Twitter, Facebook e demais redes é responsável por "festas memoráveis", com direito a pedido público de desculpas, além de demissões e multas.

Aos mais corajosos, é pagar pra ver.

14 de setembro de 2011

Geladeiras que Tuítam | Ação Danone & Bonafont


A Danone distribuiu geladeiras portáteis conectadas à internet wireless e abastecidas com garrafas da bebida entre influentes tuiteiras. O objetivo da ação é promover a Bonafont, marca líder no mercado de águas engarrafadas.


Um dispositivo eletrônico capaz de integrar os objetos à web faz com que, sempre que a porta do eletrodoméstico for aberta, um tweet seja postado automaticamente no perfil da pessoa, avisando seus milhares de seguidores que ela está bebendo água e os incentivando a fazer o mesmo. Tem mais: caso o dono da geladeira fique 12 horas sem abri-la, o equipamento envia uma mensagem direta via Twitter para lembrá-lo de que é preciso se hidratar.  


"Essa é uma forma inusitada e divertida que encontramos para alertar as pessoas sobre a necessidade de beber água diariamente. Atualmente, a média de consumo dos brasileiros é de apenas 41 litros de água engarrafada por ano*", destaca Eduardo Gagliardi, diretor de Marketing de Bonafont da Danone

13 de setembro de 2011

Do marketing ao marketing digital

Para chegar ao marketing digital, quero levantar uma questão: o que é o marketing? A meu ver, marketing é todo o processo de construção de uma ideia, onde estão envolvidos o mercado para aplicação do produto, o preço atribuído a esse produto, além da distribuição deste diante do mercado escolhido.

O ideal do marketing quando da divulgação de um produto seria que este fosse desenvolvido de acordo com a necessidade do consumidor, sendo também fonte de seu desejo, o que facilitaria sua venda e distribuição dentro de uma praça. Mas nem tudo é perfeito.
  
Diante disso, entendemos que o marketing digital é toda ação de marketing voltada para internet e meios eletrônicos, como jogos eletrônicos (e aqui eu aponto os jogos de futebol), websites, hot sites, e-mail marketing, anúncios além da sua aplicação nas redes sociais, e nesse caso, as ações de marketing digital podem ser aplicadas a grupos específicos dentro de cada rede social.

As ações de marketing digital estão cada vez mais frequentes, dando um novo rumo aos trabalhos na internet, orientando as atividades de modo a acirrar a disputa entre as agências em busca da ação ideal, bem como tornar o produto fonte de desejo e até "necessário" ao consumidor.

Como usar melhor seu tempo nas redes sociais.


Por Mariela Castro*
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Toda semana recebo convites para ingressar em uma nova rede social, e pessoas me perguntam por que não estou ainda no Google+, por que não posto vídeos no YouTube ou por que minha conta no Orkut foi abandonada. A resposta é simples: não é possível estar o tempo todo em todos os lugares.
A sensação de estar sufocada pela quantidade de compromissos nas redes sociais tem sido uma constante na vida das pessoas, e não somente na daquelas que, como eu, têm nas mídias sociais a fonte de seu trabalho. Isso sem falar nas quatro contas de email, nos telefonemas, nas reuniões, e equilibrar tudo isso com o lazer, os afazeres domésticos, a vida pessoal.
Viver nesta era não é fácil, não. Muita informação, e tão poucos filtros. Resolvi parar e me organizar. Fazer escolhas faz parte disso. Escolhi não participar de redes demais, para poder participar com um mínimo de qualidade em cada uma delas – porque elas têm desdobramentos, também: grupos de discussão no LinkedIn e no Facebook, responder aos comentários nos três blogs que mantenho, participar dos chats no Twitter…
A internet é uma fonte riquíssima de informação e entretenimento, mas o valor da curadoria, a meu ver, será cada vez mais relevante a curto prazo. Aprender a filtrar o que você consome de conteúdo na internet é fundamental para aproveitar o seu tempo e transformar tudo isso em conhecimento, em utilidade.
A primeira coisa a fazer é: elimine as contas nas redes que você quase não frequenta. Pense se vale a pena se cadastrar em novas redes – o que você ganhará com isso em termos de networking. Pense no tempo que você precisará despender, todos os dias, para interagir com as pessoas nesses canais. E concentre-se em meia dúzia que julgar mais importante e produtivo. Selecione.
O segundo passo é: preste atenção no conteúdo que você está consumindo, mas também no que está compartilhando. Não faz mal ser superficial e fútil em alguns momentos, mas, por favor, utilize melhor o seu tempo e o de seus interlocutoresProduza.
Uma terceira providência é estabelecer uma rotina nas redes, senão você corre o risco de se perder navegando o dia todo. Essa talvez seja a parte mais difícil, porque o poder de atração da internet é pior do que canto de sereia. Se não cuidarmos, sucumbimos à sedução de tantos sites interessantes e perdemos o foco. Concentre-se.
Com isso, você poderá aproveitar melhor o potencial das mídias sociais e produzir melhor, com mais relevância, além de consumir conteúdo de melhor qualidade, também.

* Mariela Castro é diretora da consultoria Communication Advisors e discute como as mídias sociais impactam os negócios e as relações das empresas com investidores e outros públicos.

6 de setembro de 2011

O (des)controlado furacão das Redes Sociais

Parece que as afamadas redes sociais, que viraram papo de buteco, rodas de amigos (e inimigos), de reunião empresarial e demais aglomerações sociais, além de auxiliar na resolução dos mais diversos problemas, tais como “desentupir uma pia usando coca-cola”, ou “como utilizar corretamente sua máquina do tempo” (eu juro que existe, rss), também servem como potenciais destruidoras de festas, empregos, relacionamentos e afins.
Há poucos dias, uma jovem inglesa de 19 anos, ao divulgar uma “festa familiar” em seu perfil no Facebook, teve a desagradável surpresa de 100 desconhecidos (ou penetras) transformando sua festinha particular em caso de polícia, com direito a retratação formal por parte de seu pai aos vizinhos.
Ainda este ano em situação semelhante, outra jovem, desta vez australiana e com 16 anos, precisou cancelar sua festa de aniversário que teve 200 mil convidados confirmados, e ansiosos pela festa. O detalhe nesse caso foi o pedido dela para que seus amigos comunicassem a outros conhecidos sobre a festa, pois faltara-lhe tempo para que ela mesma divulgasse, selecionasse cuidadosamente seus coleguinhas e assim, evitasse o “contratempo”.
Sinceramente, não acho que o problema seja as redes sociais, porque elas não se alimentam sozinhas de informação e saem divulgando eventos, festas, velórios ou qualquer tipo de reunião, mas sim os titulares de inúmeros perfis existentes e crescentes (de acordo com JORGE MONTEZ, da Tech&net, o Facebook teve um crescimento de 156% de novembro de 2010 até abril de 2011), que se descuidam ao dar pouca importância às informações fornecidas na net, expondo suas intimidades, desejos, atividades e assim contribuindo para os pequenos problemas apontados acima e os que ainda estão por vir.
Para que não pareçam casos isolados, citarei mais dois: Em 2009, no Canadá, uma funcionária da IBM que se declarou incapaz de trabalhar em função de uma depressão e, por conta disso passou a receber o que aqui chamamos de auxílio doença, foi flagrada em momento happiness machine coca-cola (uma máquina fotográfica desavisada capturou esses momentos). Ela só não contava que além da máquina fotográfica, a empresa de seguros que pagava seu auxílio também encontrasse essas fotos, do seu aniversário e de uma outra festa onde ela estaria bem feliz, alegre e sorridente e, com isso, declarasse que ela estaria pronta para seu retorno ao trabalho, sugerindo, só sugerindo, o cancelamento do seu auxílio.
A última, para que ninguém ache que a culpa é das redes sociais: No mesmo ano de 2009, um estudante universitário norte-americano aceitou como amigo (da onça), um policial que, depois de reunir provas cabais e irrefutáveis do uso de bebidas alcoólicas pelo estudante, aplicou-lhe uma multa de US$ 227,00. Uma pechincha.
Observem que o real problema é a exposição e a importância que as pessoas dão a suas vidas, a forma como elas encaram situações cotidianas. Sim, cotidianas e até rotineiras, já que o acesso a redes sociais é tão frequente, quiçá maior, quanto o acesso à internet para quaisquer pesquisas.
Para Gustavo Silva, do site Melhores Ações, numa reportagem sobre o crescimento das redes sociais na América Latina, “... cerca de 88% dos internautas do continente usavam redes sociais, contra uma média mundial de 70%”. Na mesma reportagem, ele pontua que “... com relação a visitas a outros tipos de sites, 62,1% dos internautas do continente acessaram sites de varejo – abaixo da média global de 63,9%, e muito abaixo da América do Norte (85,5%) e Europa (72,8%)”, denotando o direcionamento dado ao uso da internet.
Sendo assim, sugiro que deem maior atenção ao que vão publicar nas redes sociais. Procurem utilizar essa poderosa ferramenta para promoções mais úteis e que realmente ajudem você a adquirir ascensão profissional, pessoal e até mesmo afetiva, mas sempre com cuidado e responsabilidade para que não se torne vítima e até cúmplice de situações desagradáveis.
REFERÊNCIAS:
PORPHÍRIO, Rebeca. Adolescente divulga festa no Facebook e tem mansão invadida por 100 desconhecidos.

1 de setembro de 2011

Fórum de Marketing Digital Nordeste | Salvador



Fórum de Marketing Digital Nordeste - Salvador



O evento, especialmente voltado para profissionais de comunicação, marketing, mídia e estudantes da área, aborda o crescimento da publicidade online e a demanda do mercado de trabalho por profissionais qualificados.

DATA: 15 de setembro de 2011, às 09:00

CARGA HORÁRIA: 8H
LOCAL: PESTANA BAHIA HOTEL - Rua Fonte do Boi, nº 216 - Rio Vermelho - Salvador/BA

INCLUI: Pasta de apoio, água, café, coffee-break, PDF das apresentações (serão colocadas na página do evento no site e enviada ao participante depois do evento) e certificado (será enviado por email).
PÚBLICOS: Diretores, gerentes, analistas, coordenadores e estudantes das áreas de marketing, comunicação, publicidade e propaganda; jornalistas; profissionais com interesse no mercado digital e o marketing na internet.
POR QUE PARTICIPAR: O investimento publicitário anual no meio digital já ultrapassou 1 bilhão de reais no Brasil. A publicidade online está em pleno desenvolvimento e necessitando de profissionais cada vez mais capacitados. Este é o momento de ficar por dentro de tudo o que acontece no mercado digital e web marketing.
VANTAGENS: Conhecer melhor o mercado de marketing digital; saber as tendências; trocar experiências; networking: conhecer e conversar com profissionais que trabalham com marketing digital.

Para inscrição e informações: clique aqui

30 de agosto de 2011

Evento: Digital Marketing 2.0 | Maceió - AL



O Retorno mais esperado do ano, sobre 
"Marketing Digital & Mídias Sociais" 
dias 23 e 24 de Setembro 2011
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Inscrições e Programação: clique aqui
Blog Digital Marketing: clique aqui

26 de agosto de 2011

Palestra Gratuita: Marketing Digital e Publicidade

Maurício de Nassau, Salvador, promove palestra gratuita sobre Marketing Digital e a Publicidade no próximo dia 31, no auditório da unidade.                            

O MBA em Gestão de Marketing Estratégico e Publicidade da Faculdade Maurício de Nassau – unidade Salvador, em parceria com a agência Idéia 3, apresenta a palestra: Marketing Digital e a Publicidade, que será realizada no dia 31 de agosto, as 19h, no auditório da instituição. O evento é gratuito. O objetivo do evento é informar sobre esse tema bastante atual na área do marketing digital, assim como da publicidade, para alunos da pós-graduação, profissionais da área de comunicação e público de maneira geral, que tenha interesse pelo assunto. Durante a apresentação, os participantes irão concorrer a brindes oferecidos pela faculdade e poderão ter acesso a mais informações sobre os cursos de pós-graduação oferecidos.O tema será abordado pela publicitária, especialista em Marketing Digital pela WBI e MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas e Cross Media pela King International College (Vancouver - Canadá), Mel Oliveira.

O MBA em Gestão de Marketing Estratégico e Publicidade da Faculdade Maurício de Nassau – unidade Salvador, tem coordenação Pedagógica de Laura Lavigne e coordenação geral da professora Bárbara Miranda, com previsão de início no mês de setembro e aulas quinzenais, aos sábado e domingos.

Contato para inscrições GRATUITAS: E-mail: barbara.miranda@mauriciodenassau.edu.br (enviar nome, e-mail, telefone e profissão). Tel.: (71) 3505-4580

Informações: Maurício de Nassau

31 de julho de 2011

Anos 2000 - Do 'ABC' ao '@'

11 de abril de 2011

Como ganhar dinheiro com a Internet | Superinteressante


1º Especulador imobiliário:
Registre o nome de um site que ainda não existe. Procure em endereços como o registro.com.br domínios supervendedores. Depois, tente convencer empresas a comprar sua propriedade. Cuidado: marcas registradas, como Disney, por exemplo, podem confiscá-la judicialmente.

2º Editor virtual:
Pare já de perder tempo com a Wikipédia. Sites como o howtodothings.com são enciclopédias virtuais que pagam a você por texto editado. Eles só precisam que você se cadastre e escreva assuntos na sua área de interesse. A grana é boa para quem tem tempo de pesquisar e escrever. De US$ 20 a 100 por texto editado.

3º Personal Trainer:

Se você tem noção de redação, noção de estética - ou simplesmente tem noção -, ganhe dinheiro consertando blogs, sites de empresas ou anúncios de leilão. Procure as páginas mais sem graça e se ofereça para refazer o texto ou layout. Você não vai ganhar horrores, mas demanda é o que não falta.

4º Assistência técnica:
Monte uma empresa para tirar dinheiro de quem usa software gratuito. O Linux, maior exemplo, ainda é complicado demais para os usuários, a ponto de alguns estudos mostrarem que se gasta mais com assistência técnica de software livre que pagando por software comum. Vista a camisa do pingüim.

5º Degustador eletrônico:

Ganhe dinheiro apenas por responder pesquisas. Você não precisa pagar nada e nem sair de casa! Empresas especializadas em pescar quais são as novas tendências, como a Box1824, e sites de pesquisa de produtos que ainda não foram lançados no mercado pagam para você fazer esse favorzinho.

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[Texto por: Fábio Marton]

10 de março de 2011

O poder dos blogs | Mundo do Marketing

Por Eduardo Pizzetti*

Atualmente, existem diversas definições acerca do que é um blog, que segundo Cipriani (2006) não há uma definição correta, uma vez que essa ferramenta adquiriu várias finalidades com o passa do tempo. Em uma definição genérica, o blog é uma página da web, de fácil manipulação referente à inserção de conteúdo, o que o torna uma fonte de comunicação, ou simplesmente um diário on-line.

Mas nem tudo é graça ou aparenta brincadeira. Alguns blogs são escritos por jornalistas, profissionais e estudantes e possuem uma linha séria de pesquisa ou exposição de críticas, outros fornecem informações específicas sobre um nicho de mercado, ou fazem parte da comunicação de marketing das empresas. (CIPRIANI; 2006, p. 28).

Segundo Cipriani (2006), o blog proporciona um poder de comunicação bidirecional instantâneo, com um alto valor agregado, porque possui leitura agradável, custa muito pouco, é de fácil navegação, disponibiliza a troca de comentários e links, é personalizado e permite a criação de uma comunidade em torno de um tema.

Desta forma, percebe-se a possibilidade da utilização dos blogs como forma de intensificação do uso de relações públicas, pois possuem uma comunicação aberta e de fácil acesso para jornalistas e mídia em geral. Ainda, com a utilização dos blogs, é possível reunir pessoas com interesse em comum acerca de um determinado assunto, criando em torno de si, uma fonte de informação sobre determinado assunto.

[...] o conteúdo precisa sempre ser voltado a um segmento de clientes. Se sua empresa fabrica cadeiras, abra espaço para dicas de decoração ou publique projeto de clientes. [...] Se você presta serviço de seguros de automóveis, promova curiosidades da vida sobre quatro rodas ou explore as notícias do trânsito de maneira bem humorada. (CIPRIANI; 2006, p. 40).

Assim, acredita-se que a interatividade proporcionada pelos blogs o torna uma poderosa ferramenta de mídia alternativa, pois, ao mesmo tempo em que ele abre informação e cria em torno de si uma rede de usuários, simultaneamente agrega valor à empresa e fortalece sua marca, tornando-a uma referência no assunto abordado no blog.

O que os blogs compartilham com a mídia tradicional é seu “poder de influência”, que tanto pode ser limitado a um punhado de fãs incondicionais quanto atingir milhares de pessoas todos os dias. Há casos em que os blogs especializados têm mais leitores do que, por exemplo, algumas revistas setoriais impressas. (ORDUÑA...[et al.]; 2007, p. 145).

Diferentemente de um website, o blog possui uma característica espontânea, e de leitura agradável, deduz-se que o excesso de formalidade poder dificultar a interação com público, já que o mesmo fará o papel de comunicador, falando diretamente com o seu público alvo, e não uma vitrine virtual com finalidade exclusiva de promover uma publicidade direta.
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* Eduardo Pizzetti, publicitário, proprietário da Pizzetti Marketing, agência especializada em fortalecimento de marcas.

15 de fevereiro de 2011

Cheguei ao TT´s. E agora?

[Publicado em fevereiro 9, 2011 por posmktdigital ]

A nossa aluna Marilia Maciel da 2a turma da pós graduação em marketing digital escreveu um texto super interessante sobre Trendig Topics que vale muito a pena ler.

Abaixo, vamos reproduzir na integra o texto dela, afinal, esse canal é dos alunos!

Provavelmente você já descobriu que os TT’s (Trendig Topics) do Twitter são os assuntos mais comentados do momento. E claro já deve estar pensando, “preciso logo emplacar a minha marca no TT!”. Então, vamos entender um pouco mais como isso é possível. A palestra “A Trend-Topicalização da internet”, que rolou no Social Media Week/ São Paulo, nos mostrou algumas das vantagens e desvantagens de ocupar um lugarzinho na lista.

O Twitter, assim como o PageRank do Google, não esclarece as razões pelas quais um termo chega ao TT e, além disso, altera constantemente as regras existentes. Após muita análise, o que se deduz é que a frequência, a relevância e o número de RT’s são importantíssimos para um termo entrar nos TT’s. Vale ressaltar que, se um termo já emplacou nos Trending Topics, ele precisará de ainda mais menções para entrar novamente. O que funciona como uma espécie de medida de segurança e bom senso – afinal, ver o Justin Bieber no topo da lista todo dia é demais para qualquer um.

Além de ser vista por milhares de pessoas, outra vantagem de estar nos TT’s é que a marca consegue feedbacks imediatos, pois essa lista mostra o que as pessoas estão falando sobre o assunto em tempo real. Mas, a desvantagem é que, assim como há os que falam bem, há aqueles que falam bem mal. Portanto, a empresa precisa estar pronta para lidar com isso também.

Apesar do risco de haver comentários ruins, muitas empresas querem entrar no TT a todo custo. E por falar em custo, uma maneira bem fácil, porém cara, de conseguir um lugar de destaque é pagar de 35 a 50 mil dólares por dia, obtendo o Promoted Topic (tópico promovido).

Mas, chegar aos TT’s não significa que a marca alcançou seu apogeu. OsTrending Topics não devem ser encarados como objetivo, e sim como consequência de um bom trabalho, seja esse o reflexo de um produto/serviço de qualidade ou mesmo por conta de um seeding bem planejado e executado. Resumindo, você dá a fagulha inicial e, se o termo for interessante, sua marca pode chegar ao topo!

Portanto, quando uma empresa se preocupa em usar o Twitter para interagir e conhecer seu público, ela consegue uma melhor leitura de sua imagem do que apenas estando nos TT’s. A presença nesse ranking nem sempre garante relevância ao termo em destaque, pois metade das pessoas que clicam e reproduzem esses termos estão apenas querendo saber o que eles significam, e não expondo, assim, opiniões sobre os mesmos. Além disso, outra boa parte das menções recebidas podem ser provenientes de usuários fakes (inexistentes) que utilizam o termo em destaque como spam.

Marília Maciel (@ia_maciel)
Texto publicado no Blog Estratégia + Digital: http://blog.digipronto.com.br/

3 de dezembro de 2010

Como criar Ações Promocionais nas Redes Sociais.

Não precisa necessariamente trabalhar na área, digo, diretamente com marketing para ver que diversas empresas, ou se não todas, criam sempre ações promocinais para implementar suas campanhas.

Desde brindes, descontos ou concursos, a principal idéia é atrair o consumidor para campanha levando até ele o produto ou serviço que deverá ser vendido.

O que muitas empresas não sabem é como criar essas ações promocionais sem mexer muito no bolso. Uma boa dica é primeiramente entender “O que o cliente quer?”, então assim utilizar recursos que levem a ele o que ele necessita da sua empresa.

Separei abaixo uma parte do artigo feito por Claúdio Torres, onde ele descreve os três desejos principais dos consumidores diante de uma ação promocional, logo após nos mostra 07 (sete) maneiras de criar ações promocinais utilizando as Redes Sociais, trazendo assim um custo/benefício interessante para empresa.

Informação: A ação deve informar sobre a oportunidade única disponível somente pela Internet. A oferta pode estar associada diretamente ao produto, ou relacionada a alguma outra ação atraente para o público-alvo.

Entretenimento: A ação deve fazer com que o consumidor participe e se envolva em algum tipo de evento. Os sorteios parecem atraentes, mas são muito estáticos para a Internet. Uma competição, uma gincana, ou um jogo geram resultados mais interessantes.

Relacionamento: A ação deve envolver a rede de relacionamento do consumidor. Deve explorar de forma consciente a rede social a qual o consumidor pertence. O consumidor deve se sentir importante, na medida que a promoção valoriza não só ele, mas também seus amigos.

Para exemplificar o funcionamento das ações de promoção na Internet, vou mostrar alguns produtos que podem ser utilizados com plataformas promocionais :

Twitter promo: Metodologia e ferramenta que permite lançar ações promocionais no Twitter, utilizando a capacidade viral da rede. Com ela, é possível transformar a oferta da promoção em uma competição onde o consumidor divulga a própria promoção, e ganham aqueles que trouxerem mais visitas ao site da promoção. Assim o consumidor se envolve em uma promoção, informando seus amigos de uma oportunidade imperdível, e ao mesmo tempo se beneficia dela, sendo premiado pela divulgação.

Pollgate: Uma rede social baseada em enquetes multimídia sobre diversos assunto. Com ele uma empresa pode promover um produto ou serviço a partir de enquetes, a serem respondidas pelos internautas. Além disso, é possível criar uma competição premiando aqueles que criarem uma pergunta relacionada ao produto e tiverem mais respostas.

Meusparabens: Uma ferramenta web que permite ao consumidor cadastrar os aniversários dos amigos e ser lembrado deles. Com ele uma empresa pode promover seu produto ou serviço oferecendo premiação aos aniversariantes cadastrados, ou motivando o consumidor a cadastrar os aniversários dos amigos, e posteriormente enviando oferta promocionais aos aniversariantes.

Meetango: Uma rede social onde o usuário informa “o que deseja fazer” – como assistir a um filme, ir a um show de rock, a uma exposição de arte – e encontra na rede alguém interessado em fazer a mesma coisa. Trata-se de um novo conceito de “future activity streaming”. Com ele é possível a promoção de eventos, onde os consumidores conseguem acompanhantes ou turmas para ir a Shows, ou a promoção de experiências com o produto, onde os consumidores montam seu próprio grupo de degustação ou experimentação.

Flirt Prints: Rede social de paquera, onde as pessoas anonimamente fazem contato no mundo off-line, depois se comunicam no mundo on-line para se conhecerem melhor. Com ele a empresa pode promover seu produto ou serviço nos cartões “flirtprints”, que o usuário imprime e distribui para suas paqueras. Depois de se conhecem on-line a mesma empresa pode oferecer o ponto de encontro, novamente expondo seu produto ou serviço.

Estilook: Rede Social para amantes e profissionais da Moda e Estilo, onde o consumidor mostra seu próprio estilo. Nele a empresa pode criar uma promoção onde os consumidores publicam fotos de como usar o produto, e os melhores “Looks”, que são votados pelos próprios consumidores. Além da promoção e da premiação, a rede ainda possibilita se entender as formas mais populares de uso dos produtos.

Go Zub: Rede Social que permite implantar em uma promoção o “estilo Twitter”. Com ele a empresa pode se utilizar da infra-estrutura do Gozub, com seu próprio logo, e promover uma campanha promocional para seus clientes, integrada ou não ao Twitter.

Fonte: iMasters

13 de abril de 2010

Redes Sociais - Mídias Sociais


"Para você o que significa propaganda boca-a-boca?

Como já diziam, é a indicação de um produto, ou até mesmo um amigo dentro de uma corporação para outra pessoa. A propaganda mesmo sendo positiva ou negativa pode gerar muitos frutos de perspectiva abrangente para uma certa massa geral, para aqueles que esperam que sua marca seja reconhecida, nada mais do que útil em dias de hoje, o Twitter, mas aí vem a questão: Como divulgar um produto dentro de uma ferramenta social?

O mais sensato seria o que você lê, ouve por aí, o que se escolhe e o que o cliente ou até mesmo o simples usuário – ou você – deseja de um produto. Falando francamente: o que é a informação? A informação por mais rica que seja poderá ser um grave equívoco se não for detalhada corretamente para o usuário ou cliente. Por exemplo: Para facilitar que a propaganda seja divulgada com bons pontos positivos, nada mais do que facilitar a vida do cliente, pois o mesmo se encarregará de fazer o marketing do teu produto para outros clientes. Crie um espaço no qual seu cliente tenha voz ativa e incentive-o a abordar ou até mesmo trocar experiências de determinados produtos com outros clientes. Encoraje a opinião do cliente e sempre a valorize, pois o que podemos ver é que uma empresa que tem um “Fale Conosco”, geralmente não o utiliza em prol da beneficência de melhora de seus produtos.

Não podemos esquecer de mencionar também a valorização daqueles que prezam pelos seus produtos, a lealdade.

Pois satisfazer o cliente ou você próprio é um grande desafio para o marketing e vendas. O que o Twitter tem a ver com tudo isso? Simples. Atualmente vivenciamos uma era na qual nossos pais desconheciam a Internet, hoje ela está mais evoluída e é onde as informações trafegam com uma nítida rapidez. O uso das hashtags (#) proporciona uma expansão do que quer se mencionar ou vender.
Exemplo: #ficadica, #prontofalei, #produto, #marketing, #midiasociais.

Muitas empresas lucram com as mídias sociais pois a utilizam ativamente. É uma forma estratégica de atingir um canal diferenciado de comunicação com o mercado.

Você cria um canal onde as informações são acessadas facilmente.
  • Opine, crie e incentive a comunicação entre seus usuários, criando uma rede social dentro e fora da empresa.
  • Inove, crie algo original, seja prospectivo e atrativo.
  • Independentemente se a pessoa está no Japão ou Brasil, quebre o conceito de distância.
  • Identifique-se, tenha autenticidade e seja você mesmo, fale e opine sobre determinados assuntos, interaja com outras pessoas.
A regra é: Não tenha medo de se comunicar!
Seja aberto a opiniões, ouça muito o que as pessoas, funcionários, clientes e o mundo tem a dizer. Seja mente aberta.Beneficie-se do que as mídias sociais têm a oferecer."

Autora: Patricia Fujiwara
Fonte: 30 segundos.

18 de março de 2010

Mídias Sociais

Você está confuso com toda essa profusão das mídias sociais e acha que elas estão se espalhando mais do que a Influenza A? Pois saiba que você não está sozinho. Muitas companhias pensam que estão se tornando reféns da variedade de redes integradas aos seus noticiários, telefones celulares e até mesmo a “antiquada” inbox. Já que não há muitas maneiras de ficar de fora disso sem perder o mercado, é melhor embarcar nesse bonde das mídias sociais e colaborar com a revolução da comunicação.

As mídias sociais sempre estiveram aí. Desde que o homem se comunica, pelo menos. Mas agora, com toda a tecnologia que nos aproxima e nos torna cada vez mais notórios, as mídias sociais estão ganhando cada vez mais importância em nossas vidas. Para muitos, postar no Twitter o cardápio do café da manhã é mais relevante do que ler uma manchete em algo “arcaico” como um jornal impresso. É uma corrente constante de posts, crowdsourcing¹ e conectividade como nunca se vira.

As pessoas pediram por maneiras mais rápidas de se encontrar e de ter mais, digamos, espaço que incorpore que elas conheçam bem (ou nem tanto). Tudo passa pela necessidade de compartilhar momentos que teriam sido deixados para trás, ou de finalmente poder virar aquela mosquinha para saber o que o outro está fazendo.

As pessoas falam o que pensam e recebem feedback instantâneo. Também encontram pessoas com pensamentos parecidos e começam a figurar nos trending topics da vida e formar comunidades que qualquer assunto que você possa imaginar. É reconfortante saber que existem outros com os mesmos ideais em qualquer canto do planeta, então formam-se laços, a pessoa sente que se encaixa em algo.

Isto pode parecer muito óbvio para você, leitor, mas as pessoas jurídicas, o pensamento corporativo nem sempre enxerga as coisas desta maneira. Pelos motivos que mencionei antes é que a parceria entre os negócios e as mídias sociais se torna tão importante. Primeiro, e acima de tudo, é lá onde está o seu público. Você também tem que estar lá porque seu concorrente também estará. E por último e não menos importante, é onde o futuro de seu negócio está.

Enquanto pensa se deve ou não entrar nessa, saiba que para que tenha ainda mais sucesso no futuro haverá um momento onde você deverá decidir. A televisão e o rádio não vão desaparecer, entretanto, eles já não têm mais a mesma força de antes e a convergência ainda não é muito bem explorada. O efeito de compartilhar, de participar na elaboração do conteúdo chama muito mais atenção do que simplesmente assistir a algo previamente formatado. O público já deixou claro que quer fazer parte de um diálogo e quer estar próximo o suficiente para falar e ser ouvido.

Mesmo assim, ainda é muito complicado para empresas. O gerenciamento e a relação com os clientes nas mídias sociais transitam por um campo delicado. Existem as coisas certas a fazer e as coisas a evitar. Existem efeitos colaterais inesperados. Mas tenha sempre em mente que você precisará de duas coisas: bom senso e credibilidade.

Como está escrito na maioria dos manuais de vendas, antes de falar com seu cliente, pergunte-se antes como gostaria de ser tratado. Depois de pensar nas possíveis respostas, provavelmente o que você não vai querer são aqueles simples, genérico e robotizado “Veja a minha promoção”. É bem melhor ser tratado individualmente, como um ser humano único, não é? Receber coisas de seu interesse e ter um atendimento personalizado é praticamente uma garantia de que o cliente comprará mais vezes e eventualmente se tornar um fã de sua marca, compartilhando com amigos e criando uma boa impressão para muito mais pessoas. É um retorno que vai além da simples venda. É assim que os grandes casos de sucesso em mídias sociais começam.

Usar mídias sociais não é simplesmente criar links em uma miríade de serviços, entrar quando tiver tempo e esperar pelas reações. O macete é integrar a mídia ao seu negócio; fazer uma parceria, no melhor sentido da palavra. Tenha um plano que incorpore o tempo de seus funcionários, as habilidades sociais e libere-os nas redes. Mantenha informações relevantes e atuais ao alcance de seus seguidores e comece a ganhar respeito e influência. Os seguidores já têm (eu presumo) seus contatos em seu perfil e já sabem onde e o que comprar. Então não é necessário dar uma overdose de “promoções relâmpago”, a não ser que você tenha algum método muito criativo e inovador de fazer isso e não ser cansativo. Ou seja, a participação nas redes sociais deve ser parte ativa do negócio, com todo o gerenciamento que as outras áreas têm. Não é e não deve ser tradada como algo secundário, apenas experimental.
Você pode se surpreender com os bons resultados de dividir com o público coisas divertidas, atigos informativos, eventos e atividades dos empregados. Pode parecer estranho, mas isso também ajuda a aumentar a credibilidade e ganhar mais seguidores do que apenas tentar fazer vendas. Claro que isso também é importante, mas vai deixar de ser se isso for tudo o que você tem a oferecer.

Lembre-se de que isso tudo também serve para você. Para quem quer fazer marketing pessoal, conhecer pessoas ou até arrumar um emprego. E então? Está pronto para essa parceria?

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¹ De acordo com o Wikipedia: O crowdsourcing é um modelo de produção que utiliza a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela internet para resolver problemas, criar conteúdo ou desenvolver novas tecnologias. O crowdsourcing é o “novo lugar da mão-de-obra barata: pessoas no dia-a-dia usando seus momentos ociosos para criar conteúdo, resolver problemas e até mesmo para pesquisa e desenvolvimento”.

Fonte: 30 segundos.

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