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10 de fevereiro de 2013

Dicas para ser um bom freela!


Muitas são as vantagens de ser o dono do seu próprio negócio. Você não precisa cumprir horário estabelecido por um empregador, não precisa perder tempo com deslocamento até o trabalho, administra seu tempo conforme sua disponibilidade, entre outras inúmeras boas razões. 

No entanto, para obter êxito como freela é necessário seguir uma série de regrinhas indispensáveis para posicionar-se no mercado e fazer um nome respeitável.



Organize seu tempo: determine seus horários de trabalho e procure cumpri-los, conciliando com suas demais atividades. Se você faz home office, é muito comum confundir trabalho com casa. Por isso, estipular horários de trabalho doméstico e atividade profissional pode auxiliar na distinção do espaço.

Mostre-se para o mercado: para quem vai começar uma carreira solo, é indispensável uma boa rede de contato, além de perfis de redes sociais bem apresentados e portfólio virtual atualizado. Se possível, conte ainda com a ajuda de cartões de visita. Eles podem ser facilmente transportados e estar em mãos naquele momento necessário!

Comece com pequenos trabalhos: faça trabalhos para amigos, parentes, cobrando pouco ou até mesmo de graça, apenas para que tenha material que possa apresentar em um portfolio, que servira de referência para outras possíveis contratações.

Seja disciplinado: é muito comum e tentador ceder aos chats com amigos nas redes sociais, mas lembre-se: a internet é o seu local de trabalho! Assim, procure manter-se profissional nos perfis que disponibilizar como contato ou referência de trabalho.

Mantenha-se atualizado: leia sempre sobre o conteúdo referente à sua área de atuação. Sites, blogs e material impresso estão aí para serem utilizados em seu favor.

Lembre-se que a sua dedicação é a chave para o sucesso do seu negócio: não deixe que a preguiça tome conta do seu dia a dia. Encontre a motivação que precisa dentro de você! As palavras chave para seu sucesso são: dedicação, persistência, organização e disciplina.

20 de março de 2012

Você sabe escrever para WEB?

Sabiam que existem técnicas para se escrever para Web? Existem, e uma delas é a da Pirâmide Invertida onde o que for mais importante, também chamado de Lead, começa seu texto, seguido das informações secundárias e por último as considerações finais.



Não basta apenas escrever o que vier a mente ou colocar para fora o escritor que existem em você. Algumas coisas devem ser ponderadas a fim de atrair as atenções para seu site, blog, ou seja lá qual for seu meio de comunicação com o mundo, e uma boa escrita, com conteúdo atrativo faz parte desse processo.

Para os que não conhecem, Atratividade, assim como Inteligibilidade, Operacionalidade e Apreensibilidade, são métricas da Usabilidade que é a facilidade com a qual se aprende a usar algo ou alguma coisa. Para aqueles que trabalham com Marketing Digital, a Usabilidade é uma obrigação e fundamental para o sucesso de qualquer trabalho.

A Atratividade está relacionada ao layout, identidade visual e conteúdo que você oferece em seu site, que devem ser capazes de fidelizar seu usuário, gerando page views e sugestões de visitação, que consequentemente melhoram seu posicionamento diante dos mecanismos de busca da internet.

No que concerne ao conteúdo, o que você escreve é um importante captador de usuário/internautas, e deve ser elaborado de maneira a causar interação, comentários e acima de tudo, informar àqueles que leem seu conteúdo de maneira clara e sucinta.

O uso da Pirâmide Invertida como parâmetro para escrita, que é muito utilizada nos textos jornalísticos, e tem sua origem relacionada a invenção dos telégrafos (devido à possibilidade da comunicação ser interrompida a qualquer momento dada a qualidade dos equipamentos da época) determina que o que for mais importante, deve-se escrever primeiro, seguido das principais informações a respeito do tema e por último, as informações menos importantes.

27 de setembro de 2011

Cuidados nas Ações Promocionais

O trabalho em Ações Promocionais requer agilidade, disponibilidade e muita criatividade por parte de todos os envolvidos. No entanto, são necessário certos cuidados na elaboração da ação, principalmente no que tangem assuntos políticos, sexuais, religiosos...

Na Flórida, o mascote de uma sorveteria gerou polêmica por usar uma roupa que faz alusão (ainda que sem a intensão) a Ku Klux Klan, (KKK) organizações racistas dos Estados Unidos que, segundo pesquisas pelo Google, sua fundação data de 1865 e causou terror na região sul americana, sendo reconhecida como entidade terrorista em 1872.

Além das questões citadas acima, tem também as que são proibidas por não funcionarem com a anuência dos patrocinadores ou titulares de eventos e marcas, como aconteceu no Rio de Janeiro, onde uma rádio local anunciou o sorteio de ingressos para o Rock in Rio e foi obrigada a cancelar a promoção por não ser a rádio oficial do evento, e também com a Apple, que proibiu a veiculação de promoções que sorteavam seus produtos, por ferir regras estipuladas por eles, quando do sorteio de seus "objetos de desejo" por terceiros.

É preciso ficar atento as autorizações necessárias na utilização de marcas, nomes e imagens para não incorrer em problemas judiciais que terminam por atrapalhar e sujar a reputação daqueles que fazem mau uso destas, e assim, manchar a reputação da agência que realizar a ação, o que termina por acarretar maiores problemas no processo de revitalização da empresa.


Fontes:

21 de setembro de 2011

O mico dos aplicativos auto suficientes

No mundo do marketing, tudo o que atrai a atenção do consumidor pela inovação e criatividade não tarda a tornar-se tendência. Uma das mais recentes é a ação da Danone & Bonafont, que pode ser lida aqui onde, geladeiras distribuídas a tuiteiras influentes lançam tuítes cada vez que forem abertas, para lembrar a necessidade do consumo de água durante o dia. 

Mas, há também aplicativos desenvolvidos com propostas mais divertidas, como no artigo postado aqui sobre o aplicativo japonês para o iPhone, que envia tuítes constrangedores, caso seja pressionado o botão 'soneca' da função despertador, a fim de que seus usuários levantem ao primeiro sinal do aparelho. Muitas pessoas certamente aderem a esse tipo de 'diversão' meramente com o intuito de chamar a atenção de amigos e causar alguma impressão nos meios digitais.

No entanto, aplicativos como estes também podem surtir efeito negativo e, consequentemente, contrário ao esperado pelas empresas. Um caso que deu errado em 2010 foi o da Coca Cola, que além de dar errado, ainda terminou em gafe, conforme artigo abaixo.


Referência a filme pornô tira campanha da Coca-Cola do ar
Na Escócia, uma ação da Coca-Cola no Facebook para promover seu refrigerante Dr Pepper precisou ser retirada do ar às pressas depois que a mãe de uma garota de 14 anos descobriu, entre as frases publicadas pela marca, uma referência a um filme pornográfico. Na campanha, um aplicativo colocava frases constrangedoras no perfil dos usuários que o instalavam. Entre esses textos é que o título foi encontrado.
A mãe, além de entrar em contato com o departamento de marketing da Coca-Cola, publicou um texto em uma rede social voltada para pais.

Buscando retratação, a Coca-Cola ofereceu ingressos para uma sessão de teatro e um pernoite em Londres à família, mas acabou cometendo outra gafe: "Não me serve para nada", reclamou a mãe. "Nós moramos em Glasgow", disse ao jornal The Telegraph. 

19 de setembro de 2011

Logorama



Ano passado me deparei com o vencedor do Oscar 2010 na categoria curta de animação e achei fantástico. O filme mostra um mundo onde uma séria de logomarcas são as personagens principais da trama (a grande maioria delas é conhecida pelo grande público), que mostra a perseguição a um fugitivo (Ronald McDonald) que sai aterrorizando as ruas enquanto é perseguido por policiais "Michelin".

Neste curta, o mais interessante é que, como já citado acima, a grande maioria das marcas que aparecem são conhecidas por nós, o que mostra como que um trabalho de divulgação bem feito, seja ele através de ação promocional (panfletagem, entrega de brindes), ou uma campanha de marketing digital (hotsites, mailings, e-mail marketing, redes sociais) com um bom trabalho de comunicação visual,  trabalhado e divulgado de forma coerente e direcionado podem perpetuá-la por um logo período.

Vale a pena conferir.  São +/- 15min bem divertidos.

Espero que gostem.

16 de setembro de 2011

Mais um pouco de redes e mídias sociais

Em passeio pela famosa rede mundial de computadores, mais conhecida como internet, encontrei este post no portal cidademarketing e gostaria de compartilhar com vocês. É, sem dúvida, uma maneira prática e positiva do uso das redes e mídias sociais, considerando inclusive seu poder de divulgação que pode acarretar bons frutos ou péssimas referências sobre determinados serviços/produtos oferecidos pelo mundo.

Com a palavra, Thales Brandão que é editor executivo do Portal CidadeMarketing.com.br

A socialização é um fato histórico. O homem carrega uma estrutura social desde a antiguidade quando buscava estrutura de sobrevivência: proteção, busca de alimentos e relacionamentos afetivos.   Não existe mistério para diferenciar conceitualmente redes e mídias sociais - pois os dois em sua essência são estruturas sociais formadas por pessoas e conexões humanas. Redes sociais são definidas como nodos ligados por relações sociais estruturados por pessoas em função de um interesse em comum e mídias sociais associam-se a conteúdos (textos, imagens, vídeos, entre outros) gerados e compartilhados pelas pessoas nas redes sociais.

• Redes Sociais (conexão de pessoas com outras pessoas): Orkut, Facebook, MySpace e Flickr;
• Mídias Sociais (conteúdos gerados e compartilhados por usuários): Twitter, SlideShare, Youtube, Digg e Delicious;


O conceito é deturpado quando atrelam redes e mídias sociais exclusivamente a tecnologia. A tecnologia apenas é uma ponte que facilita e contribui para a interação das pessoas, desenvolvimento e compartilhamento de conteúdos. A confusão dos conceitos entre redes e mídias sociais é natural.


Existe uma lacuna grande de entendimento no cenário empresarial sobre uso das ferramentas digitais, em especiais, Twitter e Facebook como espaço agregador de valor. Muitas empresas continuam criando perfis e gritando para seus clientes/consumidores "Estou nas redes sociais! Ebaaa! Sigam-me". Organizações com essas características não se atentam para os riscos presentes nos espaços digitais, que poderão trazer sérios danos à imagem de suas marcas, caso não tenham estratégias e profissionais especializados em negócios digitais. Além disso, percebemos também muitas empresas atuando com estratégias restritas, pois utilizam os espaços digitais somente para ações promocionais de seus produtos/serviços.

São nas redes e mídias sociais que os consumidores expõem seus sentimentos - angústia, amor, ódio, insatisfação, prazer... Atitudes sentimentais que se multiplicam quando são retweetadas ou compartilhadas - formando um poder coletivo. Empresas que não conseguem absorver os diálogos digitais dos novos consumidores podem ter sérios prejuízos, arranhando de forma significativa seus produtos, serviços e consequentemente a reputação de marca.

O autor Michael Solomon em seu recente livro "O comportamento do Consumidor - Comprando, possuindo e sendo - 9ª Edição" afirma que poucos duvidam que a revolução digital seja uma das influências mais significativas sobre o comportamento do consumidor, e o impacto da Web continuará a se expandir à medida que cada vez mais pessoas por todo mundo se conectam à rede. Muitos de nós somos ávidos internautas, e é difícil imaginar uma época em que e-mails, Twitter ou Blackberries não faziam parte da vida cotidiana.

Como pesquisador no segmento de negócios digitais estou constantemente dialogando nas mídias sociais para que as empresas comecem a profissionalizar suas ações digitais.

• Contratem pessoas inquietas: nerds, blogueiros e pesquisadores digitais com identidade e sangue da geração Y e Z;

• Implantem estratégias de presença digital alinhadas com a identidade organizacional;
• Monitorem e mensurem permanentemente as ações digitais;
• Crie uma cultura de colaboração;
• Estejam preparados para gerir riscos e crises, pois todas as organizações passam por fases turbulentas;
• Interajam de forma transparente e ética com todos os stakeholders (grupo de interesses);

Com o poder da coletividade, as opiniões dos consumidores ganham força sem precedentes exigindo uma reengenharia nos processos empresariais. Repensar o modelo organizacional tradicional é ponto chave para inserir as marcas nos ambientes digitais.  Penso que através de planos estratégicos digitais as empresas contemporâneas conseguirão tangibilizar os conceitos, diferenças e essências das redes e mídias sociais agregando valor ao seu negócio.

Para o link direto, clique aqui

15 de setembro de 2011

O fim da privacidade.

Ontem postamos uma ação bem legal da Danone com a Bonafont, onde algumas pessoas (tuiteiras) ganharam uma geladeira conectada à internet wirelles (high tech é pouco, né? rss) que envia mensagens para o twitter do ganhador, informando quando este estaria bebendo água, informando das suas benesses e tal. No entanto, parece que as ideias para twitter não param por ai.

Foi lançado na app store da Apple, esse desconsertante despertador que envia twittes para o perfil daqueles que se permitem a "brincadeira", com mensagens bem inusitadas (embaraçosas seria a palavra certa), até pornográficas, caso a pessoa ative a função soneca do despertador.

A noticia foi veiculada pela techtudo em sua página, e informa que as frases são aleatórias, de modo que não há como saber o que acontecerá caso você decida dormir um pouco mais.

A verdade é que cada vez mais é possível observar que o principal objetivo é a invasão da privacidade alheia, aumentando e muito a necessidade de cautela quando da exposição pública nas redes sociais de fatos que outrora seriam privados.

No post que fizemos sobre as redes sociais, apontamos algumas situações onde a falta de cuidado com o que é postado no Twitter, Facebook e demais redes é responsável por "festas memoráveis", com direito a pedido público de desculpas, além de demissões e multas.

Aos mais corajosos, é pagar pra ver.

13 de setembro de 2011

Como usar melhor seu tempo nas redes sociais.


Por Mariela Castro*
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Toda semana recebo convites para ingressar em uma nova rede social, e pessoas me perguntam por que não estou ainda no Google+, por que não posto vídeos no YouTube ou por que minha conta no Orkut foi abandonada. A resposta é simples: não é possível estar o tempo todo em todos os lugares.
A sensação de estar sufocada pela quantidade de compromissos nas redes sociais tem sido uma constante na vida das pessoas, e não somente na daquelas que, como eu, têm nas mídias sociais a fonte de seu trabalho. Isso sem falar nas quatro contas de email, nos telefonemas, nas reuniões, e equilibrar tudo isso com o lazer, os afazeres domésticos, a vida pessoal.
Viver nesta era não é fácil, não. Muita informação, e tão poucos filtros. Resolvi parar e me organizar. Fazer escolhas faz parte disso. Escolhi não participar de redes demais, para poder participar com um mínimo de qualidade em cada uma delas – porque elas têm desdobramentos, também: grupos de discussão no LinkedIn e no Facebook, responder aos comentários nos três blogs que mantenho, participar dos chats no Twitter…
A internet é uma fonte riquíssima de informação e entretenimento, mas o valor da curadoria, a meu ver, será cada vez mais relevante a curto prazo. Aprender a filtrar o que você consome de conteúdo na internet é fundamental para aproveitar o seu tempo e transformar tudo isso em conhecimento, em utilidade.
A primeira coisa a fazer é: elimine as contas nas redes que você quase não frequenta. Pense se vale a pena se cadastrar em novas redes – o que você ganhará com isso em termos de networking. Pense no tempo que você precisará despender, todos os dias, para interagir com as pessoas nesses canais. E concentre-se em meia dúzia que julgar mais importante e produtivo. Selecione.
O segundo passo é: preste atenção no conteúdo que você está consumindo, mas também no que está compartilhando. Não faz mal ser superficial e fútil em alguns momentos, mas, por favor, utilize melhor o seu tempo e o de seus interlocutores. Produza.
Uma terceira providência é estabelecer uma rotina nas redes, senão você corre o risco de se perder navegando o dia todo. Essa talvez seja a parte mais difícil, porque o poder de atração da internet é pior do que canto de sereia. Se não cuidarmos, sucumbimos à sedução de tantos sites interessantes e perdemos o foco. Concentre-se.
Com isso, você poderá aproveitar melhor o potencial das mídias sociais e produzir melhor, com mais relevância, além de consumir conteúdo de melhor qualidade, também.

* Mariela Castro é diretora da consultoria Communication Advisors e discute como as mídias sociais impactam os negócios e as relações das empresas com investidores e outros públicos.

6 de setembro de 2011

O (des)controlado furacão das Redes Sociais

Parece que as afamadas redes sociais, que viraram papo de buteco, rodas de amigos (e inimigos), de reunião empresarial e demais aglomerações sociais, além de auxiliar na resolução dos mais diversos problemas, tais como “desentupir uma pia usando coca-cola”, ou “como utilizar corretamente sua máquina do tempo” (eu juro que existe, rss), também servem como potenciais destruidoras de festas, empregos, relacionamentos e afins.
Há poucos dias, uma jovem inglesa de 19 anos, ao divulgar uma “festa familiar” em seu perfil no Facebook, teve a desagradável surpresa de 100 desconhecidos (ou penetras) transformando sua festinha particular em caso de polícia, com direito a retratação formal por parte de seu pai aos vizinhos.
Ainda este ano em situação semelhante, outra jovem, desta vez australiana e com 16 anos, precisou cancelar sua festa de aniversário que teve 200 mil convidados confirmados, e ansiosos pela festa. O detalhe nesse caso foi o pedido dela para que seus amigos comunicassem a outros conhecidos sobre a festa, pois faltara-lhe tempo para que ela mesma divulgasse, selecionasse cuidadosamente seus coleguinhas e assim, evitasse o “contratempo”.
Sinceramente, não acho que o problema seja as redes sociais, porque elas não se alimentam sozinhas de informação e saem divulgando eventos, festas, velórios ou qualquer tipo de reunião, mas sim os titulares de inúmeros perfis existentes e crescentes (de acordo com JORGE MONTEZ, da Tech&net, o Facebook teve um crescimento de 156% de novembro de 2010 até abril de 2011), que se descuidam ao dar pouca importância às informações fornecidas na net, expondo suas intimidades, desejos, atividades e assim contribuindo para os pequenos problemas apontados acima e os que ainda estão por vir.
Para que não pareçam casos isolados, citarei mais dois: Em 2009, no Canadá, uma funcionária da IBM que se declarou incapaz de trabalhar em função de uma depressão e, por conta disso passou a receber o que aqui chamamos de auxílio doença, foi flagrada em momento happiness machine coca-cola (uma máquina fotográfica desavisada capturou esses momentos). Ela só não contava que além da máquina fotográfica, a empresa de seguros que pagava seu auxílio também encontrasse essas fotos, do seu aniversário e de uma outra festa onde ela estaria bem feliz, alegre e sorridente e, com isso, declarasse que ela estaria pronta para seu retorno ao trabalho, sugerindo, só sugerindo, o cancelamento do seu auxílio.
A última, para que ninguém ache que a culpa é das redes sociais: No mesmo ano de 2009, um estudante universitário norte-americano aceitou como amigo (da onça), um policial que, depois de reunir provas cabais e irrefutáveis do uso de bebidas alcoólicas pelo estudante, aplicou-lhe uma multa de US$ 227,00. Uma pechincha.
Observem que o real problema é a exposição e a importância que as pessoas dão a suas vidas, a forma como elas encaram situações cotidianas. Sim, cotidianas e até rotineiras, já que o acesso a redes sociais é tão frequente, quiçá maior, quanto o acesso à internet para quaisquer pesquisas.
Para Gustavo Silva, do site Melhores Ações, numa reportagem sobre o crescimento das redes sociais na América Latina, “... cerca de 88% dos internautas do continente usavam redes sociais, contra uma média mundial de 70%”. Na mesma reportagem, ele pontua que “... com relação a visitas a outros tipos de sites, 62,1% dos internautas do continente acessaram sites de varejo – abaixo da média global de 63,9%, e muito abaixo da América do Norte (85,5%) e Europa (72,8%)”, denotando o direcionamento dado ao uso da internet.
Sendo assim, sugiro que deem maior atenção ao que vão publicar nas redes sociais. Procurem utilizar essa poderosa ferramenta para promoções mais úteis e que realmente ajudem você a adquirir ascensão profissional, pessoal e até mesmo afetiva, mas sempre com cuidado e responsabilidade para que não se torne vítima e até cúmplice de situações desagradáveis.
REFERÊNCIAS:
PORPHÍRIO, Rebeca. Adolescente divulga festa no Facebook e tem mansão invadida por 100 desconhecidos.

5 de setembro de 2011

Bons investimentos favorecem ações promocionais.

Quem aproveitou o investimento feito para aumentar sua participação no mercado gastronômico foi a rede de Restaurantes Giraffas.

De acordo com o jornal Correio da Bahia, em sua versão online, o investimento foi da ordem de R$ 3,2 milhões em ações promocionais, e houve um aumento de 28% na venda de sobremesas no primeiro semestre.

Viva as ações promocionais e àqueles que apostam no marketing.

3 de setembro de 2011

Abandonem o Facebook.



Enquanto fuçava a net em busca de informação e conteúdo para o nosso querido ambiente, me deparei com a seguinte reportagem do TechTudo: Usuário pede para você abandonar o Facebook. Mas o Facebook não é a febre do momento?

Ao assistir o vídeo me deparei com uma pessoa que procura levantar a auto-estima das pessoas, quiçá a dele, dizendo que elas não precisam de falsos amigos, os quais, inclusive, eram seus inimigas na época da escola. Observem que a questão não é incitar a discórdia eterna entre os homens, não é isso, e sim uma ponderação sobre as mudanças que nos permitimos fazer em prol da evolução e da incontrolável vontade de ser o popular que outrora não fomos (nem adianta dizer que você não queria fazer parte dessa patota).

O importante é se atualizar, entender o funcionamento das principais redes sociais (talvez de todas, se quiser) e, acima de tudo, se preservar. Deixe exposto apenas o que for importante e do seu interesse para que você seja encontrado. Seja por uma questão profissional, de amizade e até emotiva, seja discreto.

1 de setembro de 2011

Curso de Marketing e Promoção de Produtos


Uma parceira do CIDE com o Instituto Lojas Renner está promovendo um curso de Marketing e Promoção de Eventos, Marcas e Produtos, destinados a mulheres negras de 20 a 29 anos.

De acordo com o blog onde estavam sendo feitas as inscrições, o curso capacitará as inscritas para "... serviço de receptivo, promoter, mestras de cerimônia, entre outras atividades da área."

É muito bom ver a atenção dada ao Marketing na Bahia, com a promoção de um curso capaz de qualificar pessoas para atuarem na área, valorizando o potencial baiano para a atividade. A iniciativa foi tão bem aceita que, até a inserção deste post, as inscrições já haviam sido encerradas.

Vale a ressalva de que o processo de inscrição se deu através de uma mídia social, mostrando seu potencial de inclusão sócio-digital.

Fontes: Correio da Bahia online, página 06;
              LEWÁ Produções

31 de agosto de 2011

Marketing Promocional - o quê? e para quê?



Sempre fui uma amante da área de Comunicação, de um modo geral. No entanto, somente quando resolvi entrar na faculdade para estudar Comunicação & Marketing, me descobri uma apaixonada por Marketing. E, dentre tudo o que ele abrange, desenvolvi certa perdileção pelos que se denominam Marketing Digital (assunto para uma próxima postagem) e o Marketing Promocional. Com o passar dos semestres, a vida acadêmica ficou um pouco mais exigente e então, pedi demissão de meu emprego (professora de inglês) e fui trabalhar com ações promo - achando eu que seria mais fácil... Comecei como promotora, me empenhei, me dediquei meeeesmo e passei para coordenadora de ações... Daí a me tornar uma 'promoholic', foi um passo. Saía de uma ação e logo entrava em outra...até porque havia muita afinidade com a área e o trabalho, que para mim, era super prazeroso...mas, tempo que era bom...necas!

Só que, até então, nunca havia parado pra pensar no quanto o marketing promo influencia em nossas vidas, no poder que ele exerce sobre nós. Pense comigo: você consegue passar por um stand de amostras grátis e nem sequer sentir-se tentado a saber qual produto está em exposição? Claro que não. Nosso primeiro pensamento é sempre: "o que é isso?" Você consegue fazer suas compras, ganhar um cupom e não ir trocar por um brinde (ainda que nem te interesse tanto assim) pelo qual você não pagará nem meio centavo? É óóóóóbvio que não! Ainda que não sirva pra nós mesmos, sempre pensamos que pode servir para alguém. Brindes com troca de notas fiscais...a-há! As pessoas pegam uma fila imensa reclamando que só a zorra, mas, não deixam de levar pra si, para a mãe, o pai, para a avó, a tia, a sogra, os primos e pra gente que nem vê há anos...vira até presente de Natal... é a vida, companheiros! É o poder do marketing promocional!

A AMPRO (Associação de Marketing Promocional) definiu, em 2003, Marketing Promocional como "a comunicação de marca com objetivo de incrementar a percepção de seu valor por meio de técnicas promocionais e pontos de contato que ativem a compra, o uso, a fidelização ou a experiência de produtos e serviços".

Tecla SAP: Promotional marketing is a marketing activity applied to products, services or brands, aiming for through interaction with your audience, reach strategic objectives of brand building, sales and loyalty. According to Kotler (1998), promoting sales consists of a diverse set of tools short-term incentive aimed at encourage the  purchase or sale of a product or service.

Ok, vou simplificar: tudo isso nada mais é que você utilizar certas técnicas para criar um meio de promover sua marca, conferindo-lhe um valor que desperte o interesse do público, levando à concretização de sua aquisição e seu uso ou que promovam ainda a fidelização do seu cliente através da experiência (ou seja, o cliente consome seu produto ou serviço e, apartir da sensação de saciedade de suas necessidades - aliado a outras coisas como qualidade de atendimento, de serviço ou do produto, etc.- torna-se seu "freguês"). Sacou?

E para atingir o público certo, é preciso saber a melhor técnica que se utilizará, daí a importância de uma pesquisa de marketing bem feita (o que você pode ver neste post aqui: Pesquisa de Marketing) porque você pode perder tempo e investir alto em uma ação que não será direcionada para o seu público alvo e, com isso, não obter o retorno esperado. E você não poderá culpar a ação por isso!

Agora, se você quer mesmo trabalhar e ter êxito com Marketing Promocional, deve ao menos entendê-lo e também procurar entender o comportamento do consumidor atual. Uma boa forma é estar sempre em contato com o consumidor (não esqueça nunca que tudo depende dele), detalhar seu comportamento por classes, faixa etária, sexo (segmentação de mercado)...enfim, a observação e o contato direto ainda são os melhores meios de se conhecer o público para quem será direcionada uma campanha. Claro que para isso, sempre haverá a boa e velha Pesquisa de Marketing, mas nada substitui o dia a dia junto ao consumidor. E nisso, o meu trabalho me ajudou muito, viu?! Estar em locais diferentes, estudando o consumidor, conhecendo seus gostos, suas preferências, ouvindo suas reclamações e expectativas fez com que hoje, eu possa antecipar crises e as solucionar antes mesmo que se tornem um problema para meu cliente. E o mercado está carente de profissionais com essas características.

#ficaadica!


Espero ter ajudado... bjs e sucesso!

Ah, não esqueça de deixar seu comentário, ok?

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