13 de abril de 2010

Redes Sociais - Mídias Sociais


"Para você o que significa propaganda boca-a-boca?

Como já diziam, é a indicação de um produto, ou até mesmo um amigo dentro de uma corporação para outra pessoa. A propaganda mesmo sendo positiva ou negativa pode gerar muitos frutos de perspectiva abrangente para uma certa massa geral, para aqueles que esperam que sua marca seja reconhecida, nada mais do que útil em dias de hoje, o Twitter, mas aí vem a questão: Como divulgar um produto dentro de uma ferramenta social?

O mais sensato seria o que você lê, ouve por aí, o que se escolhe e o que o cliente ou até mesmo o simples usuário – ou você – deseja de um produto. Falando francamente: o que é a informação? A informação por mais rica que seja poderá ser um grave equívoco se não for detalhada corretamente para o usuário ou cliente. Por exemplo: Para facilitar que a propaganda seja divulgada com bons pontos positivos, nada mais do que facilitar a vida do cliente, pois o mesmo se encarregará de fazer o marketing do teu produto para outros clientes. Crie um espaço no qual seu cliente tenha voz ativa e incentive-o a abordar ou até mesmo trocar experiências de determinados produtos com outros clientes. Encoraje a opinião do cliente e sempre a valorize, pois o que podemos ver é que uma empresa que tem um “Fale Conosco”, geralmente não o utiliza em prol da beneficência de melhora de seus produtos.

Não podemos esquecer de mencionar também a valorização daqueles que prezam pelos seus produtos, a lealdade.

Pois satisfazer o cliente ou você próprio é um grande desafio para o marketing e vendas. O que o Twitter tem a ver com tudo isso? Simples. Atualmente vivenciamos uma era na qual nossos pais desconheciam a Internet, hoje ela está mais evoluída e é onde as informações trafegam com uma nítida rapidez. O uso das hashtags (#) proporciona uma expansão do que quer se mencionar ou vender.
Exemplo: #ficadica, #prontofalei, #produto, #marketing, #midiasociais.

Muitas empresas lucram com as mídias sociais pois a utilizam ativamente. É uma forma estratégica de atingir um canal diferenciado de comunicação com o mercado.

Você cria um canal onde as informações são acessadas facilmente.
  • Opine, crie e incentive a comunicação entre seus usuários, criando uma rede social dentro e fora da empresa.
  • Inove, crie algo original, seja prospectivo e atrativo.
  • Independentemente se a pessoa está no Japão ou Brasil, quebre o conceito de distância.
  • Identifique-se, tenha autenticidade e seja você mesmo, fale e opine sobre determinados assuntos, interaja com outras pessoas.
A regra é: Não tenha medo de se comunicar!
Seja aberto a opiniões, ouça muito o que as pessoas, funcionários, clientes e o mundo tem a dizer. Seja mente aberta.Beneficie-se do que as mídias sociais têm a oferecer."

Autora: Patricia Fujiwara
Fonte: 30 segundos.

Sobre Educomunicação

"Quando os primeiros computadores chegaram às escolas pública brasileiras, por volta de 1995, ao mesmo tempo que que foram celebrados pela classe política, causaram calafrios aos educadores. O que fazer com aqueles elefantes brancos parados numa sala?

Eles tinham razão em perguntar. A capacitação profissional para aquela geração de educadores chegou com um atraso tremendo, causando um gap tecnológico entre educador (que tinha nascido na época das velhas "Remingtons") e educando (que nasceu informatizado).

Na época, repórter de uma revista especializada, cheguei a assisir a uma "aula" de como ligar e desligar um micro! Muitas salas de tecnologia permanecem trancadas à chave até hoje; imagem que lembra aquela de livros empoeirando em uma biblioteca, porque ninguém deve manuseá-los para não "estragá-los".

A dúvida que paira daquele tempo para cá, em que laptops são os "elefantes" do momento, é: o que fazer com essa tecnologia em sala de aula. Computadores não educam sozinhos; nem livros. Ambos são meios, ou recursos, para uma potencial prática pedagógica, que pode ser interessante e eficiente. Práticas essas, inclusive, que a escola pública, que recentemente se universalizou, busca para melhorar a qualidade do seu ensino.

Algumas experiências espalhadas no Brasil utilizam a estrututa de tecnologia da escola para a produção de mídia pelo alunos. Os estudantes criam jornais, fanzines, rádios via Internet e até vídeos sobre sua comunidade e escola. Aprendem assim sobre o funcionamento da mídia e tem a oportunidade de expressarem-se sobre os mais diversos temas que os tocam. Na universidade, surge um campo novo de estudo chamado educomunicação: interseção das áreas da educação e da comunicação.

O campo é recente, mas não a prática. O sociólogo francês Célestin Freinet (1896 - 1966) cunhou o termo "imprensa escolar" e desenvolveu centenas de jornais feitos por estudantes no sistema público da França como forma de envolver e ampliar a participação dos estudantes no cotidiano comunitário. Já o célebre Janusz Korczak (1878 – 1942) utilizou a comunicação como forma de resistência de estudantes e professores no começo da ascenção nazista. Ambos em épocas em que o conceito de mídia de massa ainda era bem difuso.

Hoje, a relação do estudante com a mídia de massa, produção de informação e a tecnologia já existe independente da escola querer ou não trabalhar com isso tudo. O mundo da comnicação é mais atrativo, dinâmico e rápido que a o da educação. Chega bem antes ao aluno. Na pior das hipótestes é melhor ter a mídia de massa como aliada, do que como inimiga. Por isso, as experiências atuais de educomunicação passam por ler, interpretrar e analisar a mídia, mas também produzir informação de qualidade.

Fiquei surpreso ao encontrar, no último dia 28 de fevereiro, mais demais de mil professores da rede pública no Ceará, de cerca 40 municípios, para discutir a participação do jovem na escola por meio de jornais (ainda mais em uma "ponte" de feriado canavalesco). Tratava-se de um congresso organizado pela ONG Comunicação e Cultura, que estimula atualmente mais de 1000 jornais em escolas pela Ceará, Bahia, Pará e Rio Grande do Norte.

Mesmo sendo a educomunicação uma prática crescente, a escola pública ainda olha com desconfiança para o que acontece fora de seus muros. Não diferentemente do que aconteceu há quase cem anos: o destino de Freinet foi a expulsão do sistema formal de ensino da França; e o de Korczak, a câmara de gás.

Mas os tempo mudaram na França atual: o Clemi, laborátório referência no estudo das relações entre educação e comunicação, aprovou junto ao Congresso o trabalho com mídia como prática curricular escolar.

Por aqui, em época de discussão sobre currículum no ensino médio - a nova pauta do MEC - seria adequado olhar mais para fora dos muros da escola. Prestar atenção na informação consumida e produzida por nossos estudantes. Um estudo recente do Unicef (Aprova Brasil), analisando minuciosamente as escolas com nota acima média no prova Brasil, reconheceu que sua maioria realiza programas que envolvem os estudantes nas discussões da comunidade e da escola – muitos deles programas de produção de mídia.

No projeto Mais Educação do MEC (de educação integral para o primeiro ciclo do ensino fundamental), a educomunicação já é uma das opções de adesão para as escolas. Mas essa é ainda uma discussão fora da coluna vertebral da educação: o curriculum.

Afinal, aparatos tecnológicos não vão parar de chegar, cada vez mais baratos, às escolas; se as práticas pedagógicas não acompanharem esse ritmo, vão virar, rapidamente, peças inúteis de um museu de novidades."

Autor: Alexandre Sayad
Fonte: O Estado de São Paulo

10 de abril de 2010

Banner Interativo Reflete Imagem de Internauta

A Agência Master está veiculando um banner interativo no Canal de Notícias do portal Terra para a SBRIO, a maior revendedora de ceras automotivas do Rio de Janeiro.

O banner mostra a lateral de um carro completamente fosca e convida o usuário a esfregar uma flanela na porta do veículo. A interação ativa a webcam e, conforme a flanela vai sendo esfregada, revela uma lataria brilhante com o reflexo do internauta em tempo real.

Assina:SBRIO Ceras Automotivas.
Brilho de verdade.



[Disponível em: Portal da Propaganda.]

9 de abril de 2010

Mala Direta Sustentável

Gente, muito legal essa iniciativa do Grupo Pão de Açúcar. Em tempos onde SUSTENTABILIDADE é a palavra de ordem, empresas que adotam essa 'filosofia' ganham cada vez mais destaque e aceitação. Parabéns pela iniciativa e pela inovação!

"O Pão de Açúcar lança uma mala direta ecologicamente correta para os clientes do programa Mais. A peça criada pela Giovanni+Draftfcb utiliza desde o papel reciclado até o saquinho de plástico oxibiodegradável e pretende divulgar a pontuação extra (5 pontos) que o Cliente Mais obtém ao utilizar sacolas retornáveis na rede.

Como a ação existe há um ano, a iniciativa também reconhece os clientes que já usam as sacolas retornáveis, informando quantas sacolas plásticas ele deixou de utilizar. Os consumidores recebem ainda uma flor de papel reciclado que contém sementes de cravo-francês e pode ser plantada."

Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing em: 06/04/2010

8 de abril de 2010

Itaú pinta primeira página do Estadão


A capa do jornal “O Estado de São Paulo” desta quinta-feira (08) ganhou manchas de tintas com as cores do Banco Itaú em uma campanha criada pela DM9DDB. O anúncio diferenciado integra a plataforma “Itaú Apresenta” e divulga o Crédito Itaú para reforma.

Completa a intervenção da sobrecapa o anúncio em página dupla, que mostra um casal com as tintas usadas na reforma de seu apartamento. “Itaú apresenta: o crédito que ajudou um casal a mudar de casa, sem mudar o endereço”.


Fonte: PropMark

5 de abril de 2010

Marketing de Experiência

Totalmente focado no cliente, o marketing de experiência não apenas faz com que o cliente, toque, sinta e experimente um determinado produto em questão, como também defrute de seus benefícios. Vai além da venda do produto...é um contato real, em circunstâncias reais e, muitas vezes, inusitadas!


Algumas empresas optam por investir no marketing de experiência como tentativa de solidificar sua marca a partir de um contato marcante com seus clientes. Um claro exemplo de marketing de experiência bem sucedido é o da Coca Cola Happiness Machine (sem dúvida, uma experiência inesquecível!) Com isso, a Coca Cola, mais uma vez, não apenas surpreendeu e inovou, como cumpriu a proposta de proporcionar através de uma máquina, a felicidade real do seu público.



Se você terminou de assistir esse vídeo e está sorrindo, imagine só a felicidade desses caras... =)

30 de março de 2010

Transmídia

O termo Midia pode apresentar diversos significados, entre eles, trata dos meios de comunicação, dos veículos de comunicação de massa, como também pode referir-se a uma atividade específica da publicidade, entre outros. O objeto deste estudo, é porém, a mídia enquanto meio de comunicação através das imagens.

Com o advento da Globalização e, consequentemente, com a evolução dos meios tecnológicos, novas formas de comunicação surgiram. Entre elas a Transmídia, que refere-se a um fenômeno da comunicação, cujo objetivo é integrar as diversas possibilidades de comunicação, tendo como diferencial a possibilidade de trabalhar as múltiplas plataformas de mídia existentes, simultaneamente.

Eliane Pereira define o termo Transmídia como “a criação de inúmeras ferramentas de acesso e a geração de novos focos de interesse, que são os atuais movimentos da indústria de entretenimento e publicidade. Tudo isto é pensando em termos estratégicos: abordar conteúdos em diversas mídias, gerar interação e envolvimento, impactar o maior número de pessoas das mais variadas formas e, com isso, obter o maior lucro possível”.

Henry Jenkins , criador do termo “narrativa transmídia”, afirma que “o formato transmídia é irreversível”.

Exemplificando o sucesso no uso da Transmídia no Brasil, podemos citar o Big Brother Brasil que, além de transmitido pela TV aberta, pode ser também acompanhado pela TV a cabo, internet e pelo celular. A internet é um dos principais meios de interatividade com o programa, uma vez que, através dela, os telespectadores têm o poder de decidir quem irá continuar no programa ou não. Assim, inúmeras comunidades virtuais foram criadas, com o intuito de debater os aspectos inerentes ao programa.

Outros casos onde se observa grande êxito na empregabilidade da Transmídia são: a trilogia ‘O Senhor dos Anéis’, as estórias de super heróis (como Watchman, X-Men e Hulk, entre outros), a Saga de Star Wars e mais recentemente, o sucesso em 3D de ‘Avatar’.


A trilogia ‘O Senhor dos Anéis’, originalmente escrita pela britânica J.R.R. Tolkien foi adaptada para o rádio, para os cinemas e, posteriormente, para os palcos e TV. Além destas adaptações, foram também feitas inserções do conteúdo da trilogia em músicas, como em “The Battle of Evermore”, do grupo britânico de rock Led Zeppelin e ainda desenhos animados, como em um episódio de South Park, denominado “O Retorno do Senhor dos Anéis às Duas Torres”.

Conhecido como “o Midas da narrativa transmídia”, Jeff Gomez participou da campanha publicitária de Avatar, que custou US$ 150 milhões como responsável pelo desenvolvimento narrativo do filme. Sua empresa, a Starlight Runner Entertainment, foi contratada para formatar estórias de modo que elas possam ser reproduzidas nas mais diversas mídias. Sobre o futuro da narrativa transmídia, Jeff Gómez afirma que: “Agora que começamos a entender que mídias diferentes podem ser usadas como instrumentos para contar uma história, podemos tocar sinfonias. Os usuários mudarão a narrativa e, em alguns momentos, a obra original - e essa metanarrativa pode ser maior que a arte que a gerou. Em vez de se pintarem de azul e saírem correndo por aí como Na'vis, os fãs poderão construir uma narrativa maior.”

O interesse do consumidor por ferramentas que promovam cada vez mais sua interatividade com o produto, resulta num fenômeno conhecido como “viralização”. As revoluções originadas pela transmídia, bem como essa viralização das campanhas publicitárias, passaram a ser utilizadas como ferramentas de marketing, devido ao grande retorno em lucratividade, em contrapartida ao baixo custo e bom potencial de alcance de consumidores.
Observa-se seu uso, mais comumente, entre as grandes marcas que, visando lucros crescentes, distribuem seus produtos em todo o mundo, adquirindo novos consumidores (com perfis e gostos diferenciados) a cada dia. Isso ocorre porque, devido à grande repercussão gerada pelos usuários de novas tecnologias, principalmente da internet, produtos emergidos das novas plataformas passaram a migrar para as antigas plataformas. A exemplo de uma campanha feita pela Nike, na qual após repetidas vezes após a veiculação do vídeo na internet, foi reproduzido também pelas TV’s aberta e fechada, além da sua repercussão nos canais de notícias.

Todos esses fatores levam o profissional de mídia a analisar e adotar a transmídia como ferramenta para veiculação de determinadas campanhas, não apenas pelo seu poder de abrangência, mas em especial, pela certeza da aceitação e aderência do público, acarretando num retorno imediato para seu cliente.

26 de março de 2010

Propaganda ou Publicidade?

Você sabe o que é Publicidade? E Propaganda?
Vamos dar um pulinho lá no Wikipedia...

"A publicidade é uma atividade profissional dedicada à difusão pública de idéias - em especial atividades como o planejamento, criação, veiculação e produção de peças publicitárias - associadas a empresas, produtos ou serviços, especificamente, propaganda comercial.
Já propaganda é um modo específico de se apresentar uma informação, com o objetivo de servir a uma agenda. Seu uso primário advém de contexto político, referindo-se geralmente aos esforços patrocinados por governos e partidos políticos."

Trocando em miúdos...

Se procurarmos nos Dicionários da Lígua Portuguesa, encontraremos:

Propaganda. [Do lat. Propaganda, do gerúndio de propagare, ‘coisas que devem ser propagadas’. ] S.f. 1. Propagação de princípios, idéias, conhecimentos ou teorias. 2. Sociedade vulgarizadora de certas doutrinas. 3. Publicidade.
(Novo Dicionário Básico da Língua Portuguesa, 1994).

Publicidade. [Calcado no fr. Publicité.] S. f. 1. Qualidade do que é público; "a publicidade dum escândalo". 2. Caráter do que é feito em público; a publicidade dos debates judiciais. 3. A arte de exercer uma ação psicológica sobre o político com fins comerciais ou políticos; propaganda; propaganda: agência de publicidade; "a publicidade governamental". 4. Cartaz, anúncio, texto, etc., com caráter publicitário: "duas páginas de publicidade no jornal". (Novo Dicionário Básico da Língua Portuguesa, 1994).

Mas, pra simplificar:
Publicidade: é todo o conjunto formado por veículos, agências, ações, etc. (Por isso se diz meio publicitário, peças publicitárias, etc). Também engloba toda ação recebida do meio de forma espontânea, não paga.
Propaganda são as peças publicitárias, ou seja, o que é feito de forma paga para se receber publicidade.
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De acordo com o publicitário João José Werzbitzki, no mundo todo, o termo propaganda é utilizado para definir a criação e a difusão de mensagens ideológicas, políticas ou religiosas.
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Curiosidades:
No Brasil, na época da escravidão, eram os reclames que cumpriam a mesma função – tanto que anúncios foram chamados de reclames até a década de 50, no século passado - e ainda são assim chamados em Portugal e em outros países onde se fala o Português. Em Portugal, destaco, é publicidade – que é diferente de propaganda – lá inclusive usam o verbo “publicitar”.
Agora sim, hein?! Então, responda: o que é Propaganda? E Publicidade?

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