13 de setembro de 2011

Pepsi é notificada pelo Procon após falha na promoção


"Pague um, leve dois" da marca durante o fim de semana esbarrou em baixo estoque do produto e irritou consumidores


Por Cris Simon

Após fazer uma promoção "Pague um, leve dois" que esbarrou na falta de estoque do refrigerante, a PepsiCo do Brasil, fabricante da Pepsi, foi notificada hoje pela Fundação Procon-SP.


De acordo com Procon, as notícias divulgadas na imprensa é que serviram de base para a notificação. O órgão quer agora que a fabricante esclareça a quantidade de produtos distribuídos para atender os pontos de venda e explique como pretende atender aos consumidores que não conseguiram fazer a compra nos termos da promoção.

A partir desta tarde, a PepsiCo do Brasil tem 72 horas para responder à notificação. Após o cumprimento da convocação, o Procon-SP avaliará as explicações prestadas pela empresa, que poderá responder processo administrativo, podendo ser multada.

No último fim de semana, a Pepsi fez uma promoção que garantia aos consumidores dois refrigerantes da marca pelo preço de um, com um limite de até 24 unidades por CPF. Com demanda superior ao planejado, os refrigerantes duraram apenas poucas horas em várias das cidades onde a promoção ocorreu, irritando consumidores, que se deslocaram de supermercado a supermercado em busca da oferta.

Fonte: exame.abril.com.br

12 de setembro de 2011

Marketing Fail da Pepsi

A Pepsi causou o maior rebuliço durante o último fim de semana, nas supermercados participantes da Promoção 'Pepsi em dobro'. Em nota à imprensa, a empresa agradeceu aos consumidores pelo volume de vendas que, durante o fim de semana teve igual saída a um mês regular de vendas, nos supermercados. 

No entanto, para os consumidores e pontos de vendas participantes, a promoção se transformou em um tormento e muita decepção. A rede Pão de Açucar precisou limitar a quatro unidades do produto por pessoa. Aqui em Salvador, clientes protestaram em frente ao Hiper Bom Preço, no bairro do Cabula" e em diversos outros mercados, a pergunta mais frequente era 'pode ser Coca?'. Porém, de modo geral, os estabelecimentos limitavam-se a informar que a promoção estava limitada ao estoque local e responsabilizavam a AMBEV, fabricante do refrigerante pela falta de coordenação logística. 


 Confira o vídeo da Promoção.

Você sabe o que é 'ambush marketing'?

Imagine que você está promovendo um evento que vai ajudar a levantar um pouquinho mais a sua marca quando, de repente... booom! A concorrência aparece e estraga tudo! Pode ser uma sensação terrivelmente desagradável se você for o organizador ou pior ainda, o patrocinador do evento.


No entanto, esta é uma técnica super comum, conhecida como ambush marketing. E nem adianta reclamar porque, muito embora o CONAR – Conselho Nacional de Autoregulamentação Publicitária condene* esta prática, ela é constantemente empregada, além de extremamente agressiva e pra lá de frustrante para quem planejou e investiu pesado, contando com um bom percentual de retorno garantido.  


De origem francesa (embuschier), a palavra ‘ambush’ significa emboscada. E é essa a sua finalidade – fazer com que uma marca apareça (de alguma forma que não permitida ou previamente acertada e sem o pagamento de royalties) em um evento patrocinado por outra marca, ou seja, publicidade intrusiva!


Tecla SAP: Ambush marketing is a marketing technique based on riding on the coattails of a major event without paying sponsorship fees, it means, basically using the event for free promotion. This kind of marketing is a source of frustration for promoters and sponsorships of the events. A classic example of ambush marketing occurred during a speech of the Candidate for the presidency of the US, Barack Obama where several people behind him were wearing t-shirs of the american brand Abercrombie & Fitch.  [see picture below]

Várias são as técnicas de ambush marketing que vão de simples distribuição de folhetos, camisetas ou chapéus personalizados e artes promocionais até a compra de um espaço nos arredores de algum evento. Vale tudo para garantir que sua marca tenha tanta visibilidade (ou, em alguns casos até muito mais) do que a do patrocinador do evento.

Mas, como fazer para não ser uma vítima do ambush marketing? Há, não dá para prever... e essa é a grande questão porque esse tipo de ‘ataque’ pode ser fatal pelos estragos que causa: afeta negativamente o financiamento do evento, causando o decréscimo de seu valor comercial, além de estabelecer um ambiente competitivo nem um pouco saudável. Além disso, a forma e frequência com que se utiliza dessa técnica, pode vincular sua empresa a uma imagem não muito positiva e você ficar conhecido como 'bicão' no mercado.

Quem se lembra da Copa do Mundo de 1994?  E a de 2010? A cerveja que patrocinava oficialmente a seleção brasileira levou um olé da sua principal concorrente (olha o dedinho do Romário...hehehe!), que lotou o estádio não somente com mãozinhas distribuídas entre os espectadores, como também, com placas estrategicamente posicionadas: bem próximas ao campo, para que fossem exibidas sempre que o jogo rolasse no local. Resultado: a emissora de TV ficava doidinha e deixava de exibir as imagens, prejudicando assim a transmissão do evento e perdendo um pouco da credibilidade de quem não estava entendendo naaaada do que estava acontecendo.


Mas, se até o Obama caiu... O então candidato à presidente dos estados unidos foi vítima de Ambush Marketing da marca americana Abercombrie & Fitch. O “ataque” aconteceu durante um discurso transmitido ao vivo, onde várias pessoas ficaram por trás do candidato com as camisetas da marcaDá pra ver que os caras estão realmente lá, só pra fazer a propaganda da A&F.















Moral da história: como tudo aquilo que é proibido é ainda mais gostoso, ser desleal ainda dá resultados...  =/

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"Artigo 31
Este Código condena os proveitos publicitários indevidos e ilegítimos, obtidos por meio de "carona" e/ou "emboscada", mediante invasão do espaço editorial ou comercial de veículo de comunicação.

Parágrafo único
Consideram-se indevidos e ilegítimos os proveitos publicitários obtidos:

a. mediante o emprego de qualquer artifício ou ardil; 
b. sem amparo em contrato regular celebrado entre partes legítimas, dispondo sobre objeto lícito; 
c. sem a prévia concordância do Veículo de comunicação e dos demais titulares dos direitos envolvidos."



* Disponível em: Conar

9 de setembro de 2011

02 Engenheiros, 03 meses e 08 milhões!

Soluções muito práticas, que exigem pouco da sua empre$a!
"Porque, a questão é que, hoje em dia, onde há concorrência, não há tempo a perder!"


Mario Sergio Cortella - filósofo, mestre e doutor em Educação.

8 de setembro de 2011

Marketing de Guerrilha

Em geral, táticas de guerrilha são usadas por uma parte mais fraca contra uma mais forte. Se por um lado os guerrilheiros muitas vezes carecem de equipamento e treinamento militar adequados, por outro contam com a ajuda de populações que os defendem e com ataques-surpresa ao inimigo, sem necessidade de manter uma linha de frente. O conhecimento do terreno de combate também é uma arma bastante usada na guerra de guerrilhas.




Por princípio, as ferramentas de Marketing de Guerrilha são utilizadas por empresas menores com o objetivo de combater grandes concorrentes ou simplesmente sobreviverem. O Marketing de Guerrilha, como descrito por Jay Conrad Levinson no seu popular livro Guerrilla Marketing de 1982, utiliza-se de maneiras não convencionais para executar suas atividades de marketing e com orçamentos “apertados”.

Levinson diz que pequenas empresas empreendedoras são diferentes de empresas grandes. Ele menciona um artigo da Harvard Business Review de Welsh e White que diz que pequenos negócios não são versões menores de um negócio grande. Por causa da falta de recursos dos pequenos negócios, estes precisam utilizar diferentes tipos de estratégias de marketing e táticas.

Porém, na atual sociedade saturada de comunicação, grandes empresas começam a utilizar o Marketing de Guerrilha em seu mix de martketing para atingirem os corações e mentes de seus públicos-alvo e trazerem atitude para suas marcas.

Alguns exemplos de Marketing de Guerrilha:










































6 de setembro de 2011

O (des)controlado furacão das Redes Sociais

Parece que as afamadas redes sociais, que viraram papo de buteco, rodas de amigos (e inimigos), de reunião empresarial e demais aglomerações sociais, além de auxiliar na resolução dos mais diversos problemas, tais como “desentupir uma pia usando coca-cola”, ou “como utilizar corretamente sua máquina do tempo” (eu juro que existe, rss), também servem como potenciais destruidoras de festas, empregos, relacionamentos e afins.
Há poucos dias, uma jovem inglesa de 19 anos, ao divulgar uma “festa familiar” em seu perfil no Facebook, teve a desagradável surpresa de 100 desconhecidos (ou penetras) transformando sua festinha particular em caso de polícia, com direito a retratação formal por parte de seu pai aos vizinhos.
Ainda este ano em situação semelhante, outra jovem, desta vez australiana e com 16 anos, precisou cancelar sua festa de aniversário que teve 200 mil convidados confirmados, e ansiosos pela festa. O detalhe nesse caso foi o pedido dela para que seus amigos comunicassem a outros conhecidos sobre a festa, pois faltara-lhe tempo para que ela mesma divulgasse, selecionasse cuidadosamente seus coleguinhas e assim, evitasse o “contratempo”.
Sinceramente, não acho que o problema seja as redes sociais, porque elas não se alimentam sozinhas de informação e saem divulgando eventos, festas, velórios ou qualquer tipo de reunião, mas sim os titulares de inúmeros perfis existentes e crescentes (de acordo com JORGE MONTEZ, da Tech&net, o Facebook teve um crescimento de 156% de novembro de 2010 até abril de 2011), que se descuidam ao dar pouca importância às informações fornecidas na net, expondo suas intimidades, desejos, atividades e assim contribuindo para os pequenos problemas apontados acima e os que ainda estão por vir.
Para que não pareçam casos isolados, citarei mais dois: Em 2009, no Canadá, uma funcionária da IBM que se declarou incapaz de trabalhar em função de uma depressão e, por conta disso passou a receber o que aqui chamamos de auxílio doença, foi flagrada em momento happiness machine coca-cola (uma máquina fotográfica desavisada capturou esses momentos). Ela só não contava que além da máquina fotográfica, a empresa de seguros que pagava seu auxílio também encontrasse essas fotos, do seu aniversário e de uma outra festa onde ela estaria bem feliz, alegre e sorridente e, com isso, declarasse que ela estaria pronta para seu retorno ao trabalho, sugerindo, só sugerindo, o cancelamento do seu auxílio.
A última, para que ninguém ache que a culpa é das redes sociais: No mesmo ano de 2009, um estudante universitário norte-americano aceitou como amigo (da onça), um policial que, depois de reunir provas cabais e irrefutáveis do uso de bebidas alcoólicas pelo estudante, aplicou-lhe uma multa de US$ 227,00. Uma pechincha.
Observem que o real problema é a exposição e a importância que as pessoas dão a suas vidas, a forma como elas encaram situações cotidianas. Sim, cotidianas e até rotineiras, já que o acesso a redes sociais é tão frequente, quiçá maior, quanto o acesso à internet para quaisquer pesquisas.
Para Gustavo Silva, do site Melhores Ações, numa reportagem sobre o crescimento das redes sociais na América Latina, “... cerca de 88% dos internautas do continente usavam redes sociais, contra uma média mundial de 70%”. Na mesma reportagem, ele pontua que “... com relação a visitas a outros tipos de sites, 62,1% dos internautas do continente acessaram sites de varejo – abaixo da média global de 63,9%, e muito abaixo da América do Norte (85,5%) e Europa (72,8%)”, denotando o direcionamento dado ao uso da internet.
Sendo assim, sugiro que deem maior atenção ao que vão publicar nas redes sociais. Procurem utilizar essa poderosa ferramenta para promoções mais úteis e que realmente ajudem você a adquirir ascensão profissional, pessoal e até mesmo afetiva, mas sempre com cuidado e responsabilidade para que não se torne vítima e até cúmplice de situações desagradáveis.
REFERÊNCIAS:
PORPHÍRIO, Rebeca. Adolescente divulga festa no Facebook e tem mansão invadida por 100 desconhecidos.

5 de setembro de 2011

Bons investimentos favorecem ações promocionais.

Quem aproveitou o investimento feito para aumentar sua participação no mercado gastronômico foi a rede de Restaurantes Giraffas.

De acordo com o jornal Correio da Bahia, em sua versão online, o investimento foi da ordem de R$ 3,2 milhões em ações promocionais, e houve um aumento de 28% na venda de sobremesas no primeiro semestre.

Viva as ações promocionais e àqueles que apostam no marketing.

3 de setembro de 2011

Abandonem o Facebook.



Enquanto fuçava a net em busca de informação e conteúdo para o nosso querido ambiente, me deparei com a seguinte reportagem do TechTudo: Usuário pede para você abandonar o Facebook. Mas o Facebook não é a febre do momento?

Ao assistir o vídeo me deparei com uma pessoa que procura levantar a auto-estima das pessoas, quiçá a dele, dizendo que elas não precisam de falsos amigos, os quais, inclusive, eram seus inimigas na época da escola. Observem que a questão não é incitar a discórdia eterna entre os homens, não é isso, e sim uma ponderação sobre as mudanças que nos permitimos fazer em prol da evolução e da incontrolável vontade de ser o popular que outrora não fomos (nem adianta dizer que você não queria fazer parte dessa patota).

O importante é se atualizar, entender o funcionamento das principais redes sociais (talvez de todas, se quiser) e, acima de tudo, se preservar. Deixe exposto apenas o que for importante e do seu interesse para que você seja encontrado. Seja por uma questão profissional, de amizade e até emotiva, seja discreto.

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