15 de fevereiro de 2011

Cheguei ao TT´s. E agora?

[Publicado em fevereiro 9, 2011 por posmktdigital ]

A nossa aluna Marilia Maciel da 2a turma da pós graduação em marketing digital escreveu um texto super interessante sobre Trendig Topics que vale muito a pena ler.

Abaixo, vamos reproduzir na integra o texto dela, afinal, esse canal é dos alunos!

Provavelmente você já descobriu que os TT’s (Trendig Topics) do Twitter são os assuntos mais comentados do momento. E claro já deve estar pensando, “preciso logo emplacar a minha marca no TT!”. Então, vamos entender um pouco mais como isso é possível. A palestra “A Trend-Topicalização da internet”, que rolou no Social Media Week/ São Paulo, nos mostrou algumas das vantagens e desvantagens de ocupar um lugarzinho na lista.

O Twitter, assim como o PageRank do Google, não esclarece as razões pelas quais um termo chega ao TT e, além disso, altera constantemente as regras existentes. Após muita análise, o que se deduz é que a frequência, a relevância e o número de RT’s são importantíssimos para um termo entrar nos TT’s. Vale ressaltar que, se um termo já emplacou nos Trending Topics, ele precisará de ainda mais menções para entrar novamente. O que funciona como uma espécie de medida de segurança e bom senso – afinal, ver o Justin Bieber no topo da lista todo dia é demais para qualquer um.

Além de ser vista por milhares de pessoas, outra vantagem de estar nos TT’s é que a marca consegue feedbacks imediatos, pois essa lista mostra o que as pessoas estão falando sobre o assunto em tempo real. Mas, a desvantagem é que, assim como há os que falam bem, há aqueles que falam bem mal. Portanto, a empresa precisa estar pronta para lidar com isso também.

Apesar do risco de haver comentários ruins, muitas empresas querem entrar no TT a todo custo. E por falar em custo, uma maneira bem fácil, porém cara, de conseguir um lugar de destaque é pagar de 35 a 50 mil dólares por dia, obtendo o Promoted Topic (tópico promovido).

Mas, chegar aos TT’s não significa que a marca alcançou seu apogeu. OsTrending Topics não devem ser encarados como objetivo, e sim como consequência de um bom trabalho, seja esse o reflexo de um produto/serviço de qualidade ou mesmo por conta de um seeding bem planejado e executado. Resumindo, você dá a fagulha inicial e, se o termo for interessante, sua marca pode chegar ao topo!

Portanto, quando uma empresa se preocupa em usar o Twitter para interagir e conhecer seu público, ela consegue uma melhor leitura de sua imagem do que apenas estando nos TT’s. A presença nesse ranking nem sempre garante relevância ao termo em destaque, pois metade das pessoas que clicam e reproduzem esses termos estão apenas querendo saber o que eles significam, e não expondo, assim, opiniões sobre os mesmos. Além disso, outra boa parte das menções recebidas podem ser provenientes de usuários fakes (inexistentes) que utilizam o termo em destaque como spam.

Marília Maciel (@ia_maciel)
Texto publicado no Blog Estratégia + Digital: http://blog.digipronto.com.br/

3 de dezembro de 2010

Como criar Ações Promocionais nas Redes Sociais.

Não precisa necessariamente trabalhar na área, digo, diretamente com marketing para ver que diversas empresas, ou se não todas, criam sempre ações promocinais para implementar suas campanhas.

Desde brindes, descontos ou concursos, a principal idéia é atrair o consumidor para campanha levando até ele o produto ou serviço que deverá ser vendido.

O que muitas empresas não sabem é como criar essas ações promocionais sem mexer muito no bolso. Uma boa dica é primeiramente entender “O que o cliente quer?”, então assim utilizar recursos que levem a ele o que ele necessita da sua empresa.

Separei abaixo uma parte do artigo feito por Claúdio Torres, onde ele descreve os três desejos principais dos consumidores diante de uma ação promocional, logo após nos mostra 07 (sete) maneiras de criar ações promocinais utilizando as Redes Sociais, trazendo assim um custo/benefício interessante para empresa.

Informação: A ação deve informar sobre a oportunidade única disponível somente pela Internet. A oferta pode estar associada diretamente ao produto, ou relacionada a alguma outra ação atraente para o público-alvo.

Entretenimento: A ação deve fazer com que o consumidor participe e se envolva em algum tipo de evento. Os sorteios parecem atraentes, mas são muito estáticos para a Internet. Uma competição, uma gincana, ou um jogo geram resultados mais interessantes.

Relacionamento: A ação deve envolver a rede de relacionamento do consumidor. Deve explorar de forma consciente a rede social a qual o consumidor pertence. O consumidor deve se sentir importante, na medida que a promoção valoriza não só ele, mas também seus amigos.

Para exemplificar o funcionamento das ações de promoção na Internet, vou mostrar alguns produtos que podem ser utilizados com plataformas promocionais :

Twitter promo: Metodologia e ferramenta que permite lançar ações promocionais no Twitter, utilizando a capacidade viral da rede. Com ela, é possível transformar a oferta da promoção em uma competição onde o consumidor divulga a própria promoção, e ganham aqueles que trouxerem mais visitas ao site da promoção. Assim o consumidor se envolve em uma promoção, informando seus amigos de uma oportunidade imperdível, e ao mesmo tempo se beneficia dela, sendo premiado pela divulgação.

Pollgate: Uma rede social baseada em enquetes multimídia sobre diversos assunto. Com ele uma empresa pode promover um produto ou serviço a partir de enquetes, a serem respondidas pelos internautas. Além disso, é possível criar uma competição premiando aqueles que criarem uma pergunta relacionada ao produto e tiverem mais respostas.

Meusparabens: Uma ferramenta web que permite ao consumidor cadastrar os aniversários dos amigos e ser lembrado deles. Com ele uma empresa pode promover seu produto ou serviço oferecendo premiação aos aniversariantes cadastrados, ou motivando o consumidor a cadastrar os aniversários dos amigos, e posteriormente enviando oferta promocionais aos aniversariantes.

Meetango: Uma rede social onde o usuário informa “o que deseja fazer” – como assistir a um filme, ir a um show de rock, a uma exposição de arte – e encontra na rede alguém interessado em fazer a mesma coisa. Trata-se de um novo conceito de “future activity streaming”. Com ele é possível a promoção de eventos, onde os consumidores conseguem acompanhantes ou turmas para ir a Shows, ou a promoção de experiências com o produto, onde os consumidores montam seu próprio grupo de degustação ou experimentação.

Flirt Prints: Rede social de paquera, onde as pessoas anonimamente fazem contato no mundo off-line, depois se comunicam no mundo on-line para se conhecerem melhor. Com ele a empresa pode promover seu produto ou serviço nos cartões “flirtprints”, que o usuário imprime e distribui para suas paqueras. Depois de se conhecem on-line a mesma empresa pode oferecer o ponto de encontro, novamente expondo seu produto ou serviço.

Estilook: Rede Social para amantes e profissionais da Moda e Estilo, onde o consumidor mostra seu próprio estilo. Nele a empresa pode criar uma promoção onde os consumidores publicam fotos de como usar o produto, e os melhores “Looks”, que são votados pelos próprios consumidores. Além da promoção e da premiação, a rede ainda possibilita se entender as formas mais populares de uso dos produtos.

Go Zub: Rede Social que permite implantar em uma promoção o “estilo Twitter”. Com ele a empresa pode se utilizar da infra-estrutura do Gozub, com seu próprio logo, e promover uma campanha promocional para seus clientes, integrada ou não ao Twitter.

Fonte: iMasters

21 de outubro de 2010

Marketing Internacional [Parte II]

Conceitualmente, um dos princípios fundamentais do exercício das relações públicas é conhecer seu público de interesse, o que, para as organizações que exercem as relações públicas globais, traduz-se em conhecer os públicos, não apenas do seu país de origem como também o do país de destino. As ações de relações públicas de uma organização podem utilizar-se da publicidade ou qualquer comunicação não paga diversa, a fim de motivar a boa vontade e a compreensão entre os públicos interno e externo da organização. Suas principais vantagens são:


• Possibilidade de ser usada antes, durante ou depois de uma campanha de propaganda, na comunicação com o público externo, de modo a atingir os objetivos globais;

• Devido às suas características, é mais adequada para a divulgação de mensagens mais amplas, complexas ou demasiadamente detalhadas, a fim de serem adequadamente abordadas pela propaganda.
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Kotler e Armstrong (2003, p. 281), definem preço como “quantia de dinheiro que se cobra por um produto ou serviço, ou a soma dos valores que os consumidores trocam pelos benefícios de obter ou utilizar um produto ou serviço”. Afirmam ainda que (2003, p.523) “independentemente de como as empresas agem em relação à determinação dos preços de seus produtos, eles provavelmente serão mais altos no exterior do que no mercado interno”. Contudo, há fatores que auxiliam na precificação. São eles: o método baseado em custos, o método baseado no consumidor e o método baseado na concorrência.

Método baseado em custos – Este método é o mais tradicional dos aplicados pelas organizações e geralmente emprega: custo pleno (onde aplica-se uma margem de lucros sobre os custos totais do produto), custo de transformação (custo do ‘esforço’ realizado pelas organizações, que se traduz na soma de todos os custos de produção, com exceção da matéria-prima e demais elementos adquiridos), custo marginal (refere-se ao acréscimo dos custos totais de produção ao ampliar a quantidade produzida em uma unidade) e a taxa de retorno exigida sobre o capital aplicado.

Método baseado no consumidor – Este método, de acordo com Kotler e Armstrong (2003) utiliza a percepção dos consumidores acerca dos valores dos produtos e/ou serviços e não os custos do vendedor e vem sido amplamente adotado pelas organizações. As organizações que utilizam preços com base no valor percebido precisam descobrir os valores nas mentes dos consumidores quanto às diferentes ofertas.

Método baseado na concorrência – Aplica-se quando uma empresa, ao usar preços de proposta, estabelece seu preço desconsiderando os seus custos e demanda, mas sim, de acordo com seu julgamento de como os concorrentes irão fixar seus preços. São aplicados quando a organização oferece bens e serviços. Pode ser empregado também para os mercados internacionais.
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O canal de exportação, de acordo com Kuazaqui (1999, p. 74), inclui:

Fabricante: empresa estabelecida no país onde os bens e serviços são produzidos, e que pode ou não se responsabilizar pelo processo da comercialização em mercados internacionais. Em caso negativo, pode utilizar terceiros.

Fabricante-exportador: empresa que, além da produção de bens e serviços, opera no mercado estrangeiro, por intermédio de sua área de exportação ou divisão internacional.

Canais entre países: instituições que auxiliam na migração de produtos e serviços dos mercados exportadores para os mercados importadores. Caracterizam-se por agentes, representantes, importadores etc.

Canais dentro de cada país: instituições que auxiliam na condução dos bens e serviços em cada país (importador ou exportador). Caracterizam-se por atacadistas e varejistas.

Consumidores e clientes do produto: o canal de distribuição não apenas realizam a passagem física de produtos, como ainda fornece à empresa dados relevantes sobre consumidores, concorrência, promoção, comunicação e propriedade, entre outros, que permitam o desenvolvimento de sistemas de informação que possam tornar a instituição mais competitiva no mercado em que atua.
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De acordo com Pipkin (2000, p. 67), os principais fatores que interferem no processo de precificação são:

• Fatores internos da empresa – Aqui estão inclusas variáveis estratégicas e econômicas. Diz-se que a variável ‘preço’ é uma fundamental arma tanto estratégica quanto tática, amplamente manipulada pela organização. A variável econômica tem relação direta com os custos de desenvolvimento, produção, pesquisa e desenvolvimento.

• Fatores externos à empresa - Compreende uma série de fatores, tais como as necessidades e características dos consumidores, os níveis de renda existentes no mercado em questão, a política de controle de preços, diversos controles governamentais, a flutuação das taxas de câmbio, as taxas de inflação, entre outros.

 Fatores referentes à natureza do produto – Refere-se à fixação da estratégia de preço que deverá ser aplicada, considerando se um produto é novo ou se já existe na atual linha de produto requerido, assim como, se o mesmo é um produto de consumo ou um bem industrial, ou ainda, se o produto em questão é uma commodity ou um produto acabado.
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Kotler e Armstrong (2003, p.404) definem as ações de relações públicas como uma forma de conscientização bastante impactante para o público a menores custos, quando comparadas à propaganda. Nestas ações, uma equipe de profissionais deve desenvolver e divulgar informações e gerenciar eventos. Assim, suas atividades devem propiciar resultados concretos e auxiliar as empresas a atingir seus objetivos (cumprir sua missão, desenvolvendo sua visão e cultivando seus valores).

No entanto, estes teóricos são ainda mais contundentes, ao ressaltarem como funções dos profissionais de relações públicas, o preparo de materiais impressos, tais como artigos, relatórios anuais, boletins informativos, revistas da empresa e catálogos, que atinjam e influenciem seus mercados-alvo. Além destas ferramentas, há ainda os eventos especiais, que abrangem coletivas de imprensa, reportagens, grandes lançamentos e inaugurações, espetáculos de fogos de artifício até shows de laser, anúncios em balões, apresentações de multimídia e grandes espetáculos com artistas de notoriedade ou ainda programas educacionais desenvolvidos a fim de alcançar e despertar o interesse de público-alvo.
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Define-se joint venture através de uma expressão que se traduz como “aventura em conjunto”, ou ainda, empreendimento ou organização em conjunto. Caracteriza-se por um tipo de aliança estratégica a qual supõe um acordo comercial de inversão conjunta de longo prazo entre duas ou mais pessoas jurídicas ou organizações.

Sua formação pode ser desejável por razões econômicas ou políticas. Falta de recursos gerenciais, financeiros ou físicos por parte da organização estrangeira para assumir sozinha determinado empreendimento. Além disso, o governo estrangeiro pode exigir propriedade conjunta como fator condicionante para ingresso no país.

Um dos principais motivadores da criação de joint ventures é a abordagem de mercados estrangeiros, os quais demandam importantes investimentos e um know-how peculiar para o país com o qual se deseja comercializar.

Seu objetivo principal é a obtenção de benefícios econômicos, sempre abrangendo produção de bens, prestação de serviços, a busca por novos mercados ou ainda o suporte mútuo em níveis diversos da cadeia de um produto.

Muitas são as vantagens das joint ventures. Estas, geralmente abrangem divisão de custos e riscos dos projetos que, para apenas uma das empresas se tornaria inviável. Para empresas de pequeno ou médio porte, uma joint venture se apresenta como uma oportunidade de operar conjuntamente, a fim de transpor delimitações, que podem ser comerciais em um novo mercado ou para exercer mais efetiva competitividade no mercado atual.

1 de outubro de 2010

Marketing Internacional

Assim como no mercado doméstico, as empresas que atuam no mercado internacional, também devem adotar o agrupamento dos consumidores em segmentos de mercado, a fim de localizar nesses mercados grupos de consumidores com necessidades e comportamentos de compra semelhantes, uma vez que os diversos países variam bastante no que tange aos fatores culturais, econômicos e políticos. Ou seja, a segmentação de mercado se faz essencial para qualquer que seja o nicho de mercado em que a organização esteja inserida, por ser indispensável para a identificação e alcance dos segmentos-alvo.
As organizações precisam decidir, para cada mercado, como adaptar seus produtos, seus preços, os canais de distribuição e a comunicação. Se, por um lado, há as empresas globais que usam um marketing mix padronizado para o mundo inteiro, por outro lado há outras organizações que utilizam o marketing mix adaptado, através do qual ajustam o mix a cada mercado alvo, custeando essa operação, a fim de garantir maior participação no mercado e, consequentemente, maior retorno.
Embora muitos sejam os fatores que possam levar uma empresa a lançar-se no mercado internacional, é necessário que sejam definidos objetivos e políticas de mercado e avaliados os riscos e vantagens. Para isso, é importante que alguns fatores sejam analisados antes dessa tomada de decisão. De acordo com Kotler e Armstrong (2003), são eles:

• O desconhecimento das preferências dos consumidores estrangeiros pode conduzir a organização a falhas no oferecimento de um produto atraente para este público;

• Por não conhecer a cultura gerencial do país onde deseja instalar-se, a organização pode não conseguir lidar de forma eficaz com seus líderes,

• A organização pode subestimar as leis estrangeiras e, por conseguinte, incorrer em custos inesperados;

• A possível mudança das leis comerciais do país estrangeiro, desvalorização de sua moeda, revolução política ou desapropriação de patrimônios estrangeiros.

                 Conforme previamente estudado nas disciplinas dos semestres anteriores, a pesquisa de marketing é a melhor e mais confiável ferramenta para a coleta de determinadas informações acerca de um público-alvo específico. Ela auxilia os gestores na tomada de decisões, uma vez que ajuda na identificação dos problemas e oportunidades, determinação de objetivos, ajuda a delinear perfis de consumidores e de mercados, além de viabilizar o teste de preferências de produtos e eficácia de propaganda. De modo geral, a pesquisa de marketing é aplicada para a coleta de dados que revelem:

 Perfil demográfico, socioeconômico e psicológico do consumidor;

 Critérios para estratégias de identificação e segmentação de mercado;

 Características e potenciais de mercado;

 Estudos de produtos da concorrência;

 Potencial de aceitação de novos produtos;

 Previsão em curto e longo prazo;

 Tendências de negócios.

De acordo com Kotler e Armstrong (2003), algumas características são de extrema importância no conteúdo de cada variável de marketing, aplicada na estratégia de marketing internacional. Estas são:

Estratégia de Produto – Consiste em produzir produtos que atendam a todos os mercados, dentro da esfera mundial, conhecidos como produtos globais, ou no atendimento das particularidades de cada mercado, através da criação de versões alternativas do produto.

Estratégia de Propaganda e Promoção – Engloba os aspectos sociais e culturais dos mercados internacionais, cuja importância é significativa, para a concepção do conteúdo das peças de comunicação, devido ao fato de que a mensagem veiculada deve basear-se nos benefícios proporcionados pelo produto ao seu consumidor e em que contexto (social, cultural, econômico).

Estratégia de Preço – O preço de um produto/serviço é um elemento essencial para as condições de competitividade com outros produtos/serviços. A determinação deste, deve anteceder de um minucioso estudo das condições de mercado, a fim de evitar perdas para a organização.

Estratégia de distribuição – Trata do caminho percorrido pelo produto desde sua produção até seu consumidor final, que pode ser variável de acordo com cada país.

                  Devido à importância da logística internacional, as organizações devem analisar as diversas estratégias empregadas pelos diversos países, a fim de descobrir sistemas de canais de distribuição diversos que possam ser empregados.
                   A análise do ambiente internacional tem por finalidade a coleta de informações referentes às oportunidades e riscos oferecidos por cada país, abrangendo os fatores econômicos, socioculturais, político-legais, tecnológicos e sobre a concorrência, considerando o porte da organização e seu grau de envolvimento em negócios internacionais. O processo que envolve a tomada de decisão nas organizações acontece, na maioria das vezes, dentro de três ambientes, que são:

 certeza;

 risco;

 incerteza.

O ambiente de certeza caracteriza-se pelos gestores deterem informações precisas, mensuráveis e confiáveis, que sejam suficientes para produzir os resultados de cada alternativa de curso de ação.

O ambiente de risco caracteriza-se pelos gestores enfrentarem situações externas ou imprevisíveis ou não disporem das informações necessárias, o que inviabiliza determinar os resultados das alternativas com certeza, mas apenas com certa probabilidade.

O ambiente de incerteza caracteriza-se pelo limitado conhecimento a respeito das alternativas e de seus resultados. A incerteza existe quando as metas não são claras ou quando o ambiente muda muito rapidamente.

De acordo com Kotler (2006, p.100) o processo de pesquisa de marketing é constituído por seis etapas, que são:

• Definição do problema, das alternativas de decisão e dos objetivos da pesquisa: essa etapa é de extrema importância para que o pesquisador perceba as reais necessidades que devem ser examinadas, as informações relevantes, acerca do histórico do problema, analise de dados secundários e o tipo de decisão que deverá ser tomada.

• Desenvolvimento do plano de pesquisa: refere-se à formulação de uma abordagem eficiente na coleta dos dados necessários, que atendam ao problema/oportunidade especifico da pesquisa, dentro dos recursos disponíveis. As fontes de informações podem ser obtidas através de pesquisas que reúnam dados primários ou secundários e capazes.
• Coleta de informações: nesta etapa, a aplicação do questionário deve ser feita da melhor forma possível e o entrevistador deve agir de forma imparcial.Isto ocorre por tratar-se de uma etapa que está mais suscetível a erros, por depender exclusivamente da colaboração dos entrevistados, que podem dar respostas tendenciosas e faltar com sinceridade.

• Análise das informações: o pesquisador transcreve os dados para que sejam interpretados, a fim de obter as conclusões petinentes aos componentes do problema da pesquisa. Podem ser utilizadas as mais diversas formas de análise, estando sua escolha, a critério do pesquisador.

• Apresentação dos resultados: consiste na documentação do projeto, através da elaboração de relatórios contendo os dados sobre a pesquisa, apresentando a metodologia adotada, e sua conclusão, a fim de viabilizar a tomada de decisão.

• Tomada de decisão: consiste na análise a avaliação das evidências apresentas, para que seja decidido peos gestores se devem ou não dar continuidade a deterinado projeto. Para isso, é essencial que o solicitante da pesquisa saiba quais informações deve buscar.

Aspectos que devem ser analisados pelos gestores de marketing das organizações, antes de se lançarem em novos mercados:

Ambiente global econômico – De acordo com Palácios e Souza (2004), nas organizações estrangeiras, as decisões são intensamente influenciadas pela conjuntura econômica de um país. Assim, percebe-se que o ambiente econômico global trata da extensão da globalização onde ocorre o circuito econômico da produção, comercialização, consumo e distribuição de renda. Este compreende diversos indicadores econômicos, sendo os fundamentais: inflação, taxa de juros, distribuição de renda e PIB.

Ambientes sócio-culturais – Consiste no conjunto de valores culturais pertinentes a cada país e que deve ser profundamente analisado pelos gestores das organizações a fim de transpassar as barreiras variáveis de comportamento mercadológico, e descobrir o que seus consumidores pensam acerca de determinado produto, como agem, seus hábitos de consumo, para que possam então traçar um programa de marketing projetado para aquele determinado universo.

Ambientes político-legais e normativos – Constituem o conjunto de regras e valores que caracterizam cada país.
Variam de acordo com os países e dentro destes, há quatro aspectos que devem ser analisados pelos gestores de marketing das organizações: atitudes acerca das compras internacionais; burocracia governamental; estabilidade política; regulamentação monetária.

Ambientes financeiro e tecnológico – A globalização tem sido a grande responsável pelo acelerado desenvolvimento tecnológico e pela evolução no mercado financeiro. Foi por conta desses avanços que o mercado financeiro que modificou o modo como percebemos as finanças no mundo. Este ambiente tem por função primordial tornar-se elo entre as pessoas que detêm capital às empresas que necessitam deste e vice-versa Quanto aos fatores tecnológicos, é necessária a avaliação do desenvolvimento tecnológico nos países com os quais se deseja a inserção no mercado mundial.

Os quatro indicadores fundamentais dos fatores econômicos são:

Inflação – taxa que corrige de forma diretamente proporcional preços e salários. Ou seja, altos índices de inflação acarretam no aumento de custos das transações e desse modo, restringem os planos de expansão das organizações.

Taxas de Juros – é a remuneração paga pelo governo de determinado país por títulos e dívidas deste. Para isso, devemos entender que juros são correções cobradas pelo empréstimo de valores, que são calculados a curto e longo prazos, sob duas formas: a de juros simples e a de juros compostos.

Distribuição de renda – é a mensuração, expressa em percentuais, da variabilidade de rendimento entre a população. Esta medida é traduzida em um único número, através da utilização de índices como o Coeficiente de Gini. Este, igualado a zero, significa que todos têm a mesma renda. Já um coeficiente igualado a um significa que uma pessoa detém toda a renda do país.

Produto Interno Bruto (PIB) – é a mais tradicional forma de mensurar a análise da atividade econômica de um país, avaliando sua riqueza produzida. Representa a soma de todos os bens e serviços finais produzidos. Dividindo este valor pelo número de habitantes, pode-se obter uma idéia do padrão de vida de seus habitantes.

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REFERÊNCIA:

UNIFACS – Módulo do Curso de Comunicação e Marketing. 7º semestre. Marketing Internacional. Aulas 01-04. Salvador, Unifacs Interativa, 2010. P. 07-58.
WIKIPEDIA – Distribuição de Renda. Disponível em: . Acesso em: 30 ago.2010.
WIKIPEDIA – Produto Interno Bruto. Disponível em: . Acesso em: 30 ago.2010.

20 de setembro de 2010

Dê um novo destino ao cocô do seu cachorro!


Por mais que as reuniões de condomínio quase sempre toquem no assunto e os bilhetinhos espalhados em várias árvores e postes da cidade, especialmente em áreas residenciais, implorem para que os donos de cachorros recolham as fezes dos animais em vez de deixá-las, como se não tivessem visto, no meio da calçada ou nos canteiros com plantas, a realidade costuma ser diferente. Quem é que não cruza com um cocozinho sequer numa caminhada pelo bairro?
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Mas muitos ambientalistas também alertam que o cocô recolhido em sacolinhas plásticas, além de aumentar o volume de lixo urbano, libera metano, um gás de efeito estufa 23 vezes pior que o gás carbônico.
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Alguns designers da cidade de Cambriedge, no estado de Massachusetts (EUA), parecem ter resolvido o impasse: usar os excrementos animais para gerar energia em praças e parques.
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O Park Spark Project sugere que os donos dos cachorros recolham o cocô em sacolas biodegradáveis e a joguem em um digestor de metano, instalado nesses locais públicos. A queima do metano alimentaria os postes de luz, não apenas impedindo que o gás fosse para a atmosfera, como também economizando energia vinda de outras fontes poluentes como o carvão.
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Durante este mês, eles estão se reunindo para pensar em novas maneiras de utilizar a energia além dos postes de luz. Quem sabe gerar energia para as barraquinhas de pipoca ou mesmo para os eventos ao ar livre nesses locais?
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E você, como gostaria de ver a energia gerada pelo cocô do seu cachorro sendo usada na sua cidade?


[Por: Thays Prado, disponível no blog: Planeta Sustentável ]

7 de setembro de 2010

Pesquisa Quantitativa X Pesquisa Qualitativa

As constantes mudanças e tendências do mercado (nos dias atuais) levam as empresas a pesquisarem sobre a melhor forma de atuação. Diante ainda da importância de criar e satisfazer as necessidades dos consumidores, as pesquisas de mercado desempenham um papel importante para traçar o perfil deste consumidor, bem como para colher informações de fatores externos, contribuindo com dados e análises essenciais para garantir uma vantagem competitiva.

De acordo com a abordagem e instrumentos utilizados, as pesquisas de mercado podem ser quantitativas ou qualitativas. Se o objetivo é quantificar o mercado, gerar medidas precisas e confiáveis que permitam uma análise estatística, é aconselhável o uso de pesquisas quantitativas. Estas trabalham com uma amostra consideravelmente grande para apurar opiniões, atitudes e interesses compartilhados por uma determinada população e são representativas desse universo. Os dados são colhidos através de questionários com perguntas claras e objetivas, as quais garantem a uniformidade no entendimento dos entrevistados e também a padronização dos resultados. Os relatórios neste tipo de pesquisa podem apresentar tabelas de percentuais e gráficos, capazes de estimar o potencial ou volume de um negócio e o tamanho e importância do segmento desejado. Porém, se o foco estratégico é saber o que é importante para o cliente e porquê, deve-se aplicar uma pesquisa qualitativa. Através desta, não se colhe dados quantificáveis, mas sim particularidades e interpretações individuais, podendo ser úteis na busca de um novo conceito de produto a ser criado ou de um melhor posicionamento de comunicação para esse produto. A pesquisa qualitativa envolve, portanto, o desenvolvimento e aperfeiçoamento de novas idéias. Dessa forma, abordam-se pequenos grupos de entrevistados, através de um roteiro, podendo se tratar de entrevistas individuais ou de grupos focais. Nestes, um mediador conduz uma discussão de aproximadamente 10 pessoas das quais irá extrair o raciocínio, novas descobertas, idéias e interpretações para posterior análise.

É importante ressaltar que as pesquisas Quantitativas e Qualitativas oferecem perspectivas diferentes, mas não são opostas. De fato, representam abordagens que podem ser utilizadas em conjunto, de acordo com a necessidade em questão, obtendo assim mais informações do que poderia se obter para cercar o mercado, se os métodos fossem utilizados isoladamente.
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[Por: Cecília Petres Monferrari - Trainee e aluna do Curso de Administração
Disponível em: http://www.ucj.com.br/noticias/14-diario-do-comercio/59-pesquisa-quantitativa-x-pesquisa-qualitativa.html. ]

31 de agosto de 2010

Dê uma segunda vida ao seu chiclete – Planeta Sustentável

Para ler a matéria no blog Planeta Sustentável, acesse o link:


Nove em cada dez cidades pavimentadas, no mundo, têm suas ruas impregnadas com gomas de mascar. Três bilhões e meio de chicletes são jogados, todos os anos, nas ruas do Reino Unido. Só na Oxford Street, em Londres, são cerca de 30 mil por dia. Se todo mundo parasse de jogar chicletes ali, ainda seriam necessários 4 meses para deixar a rua totalmente limpa.
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Mas o hábito sai caro. Hoje, o custo para retirar um chiclete da rua é três vezes maior do que para produzi-lo – o governo do Reino Unido gasta £$1,5 milhão (mais de R$4 milhões) por ano nessa limpeza.
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Jogar o chiclete no lixo comum também não é uma boa ideia, pois ele não será reciclado e vai acabar em um lixão ou aterro, aumentando o volume de resíduos.
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Por isso, a designer londrina Anna Bullus se empenha para que as pessoas descartem seus chicletes em um recipiente específico, criado por ela mesma, o GUMDROP, cujo slogan é “Dê uma segunda vida ao seu chiclete”.
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O material depositado nesse simpático recipiente rosa, que lembra mesmo uma grande goma de mascar, é encaminhado para a reciclagem e transformado em novos GUMDROPs, que são instalados em mais pontos da cidade, do país, e até em outros países – por enquanto, o produto existe em Londres e em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
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A conta de Anna é a seguinte: os britânicos produzem 7 mil toneladas de chicletes por ano. Se 10% fossem jogados em um GUMDROP, seria possível produzir um milhão de novas cestas de lixo para chicletes, que ajudariam a recolher os outros 90%.
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O material também pode ser aproveitado para a fabricação de outros produtos de borracha. Se a ideia colar, a designer pensa em comercializar botas feitas de chiclete.
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No mês passado, Anna, que tem 26 anos, ganhou o prêmio “35 mulheres abaixo de 35, criando o futuro”, do Management Today.
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Em 2007, duas mães canadenses, preocupadas com o estado de seus sapatos, tiveram uma ideia parecida.
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[Por: Thays Prado, em 27 de agosto de 2010]

6 de julho de 2010

Currently on Vacation!

Fui uma boa menina e fiz todos os meus deveres...
Por isso, estou em férias...bjs, não me liga!
Até Agosto...

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