6 de julho de 2010

Currently on Vacation!

Fui uma boa menina e fiz todos os meus deveres...
Por isso, estou em férias...bjs, não me liga!
Até Agosto...

24 de maio de 2010

Como pensar a função de RP digital.

< Por em 8 de dezembro de 2009 >

O poder sobre a comunicação não está mais nas mãos das empresas, nem das grandes mídias. Informação dinâmica e construção do conteúdo pelos usuários não são mais tendências, mas sim realidade que se consolida a cada dia com mais força.

Com o crescente uso das ferramentas de comunicação digital, as empresas precisam pensar (e pensar bem…) e criar abordagens de ações de marketing e relacionamento nessas mídias.

É aí que entra o conceito e profissional de RP Digital. De uma forma geral, o relações públicas pode ser entendido como “stakeholder connections”, ou seja, é um profissional cuja principal função é ajudar empresas a construir relacionamentos sólidos com todos os seus públicos: investidores, imprensa, ONGs, funcionários, blogueiros, consumidores, parceiros e fornecedores, entre outros.

RP é na maioria das vezes visto apenas como assessores de imprensa. Essa falta de conhecimento traduz-se em uma miopia de marketing que limita a presença de um bom RP na Internet. A Web é, ainda, para algumas empresas uma arena de ações promocionais, virais e blogs — só. Por outro lado, também existe muita falta de conhecimento dos profissionais de RP sobre Web, como e onde atuar online.

E neste contexto confuso e com pouco conhecimento, muitas pessoas de outras áreas, começam a vender uma coisa que nem elas sabem direito e o principal, nem o cliente. Não quero com isso, dizer que apenas os profissionais formados em relações públicas podem desempenhar este papel. O que defendo é que antes de sair vendendo uma “moda”, é necessário dedicar algum tempo para entender os cenários, as dinâmicas, etc., neste ambiente que ainda está sendo explorado, já que infelizmente não há uma fórmula pronta e que possa ser reproduzida a todos os momentos.

Este profissional que desempenhará o papel de RP digital fará justamente uma comunicação de nicho. E para isso, os clientes precisam saber a resposta a algumas perguntas: É fácil? Não. Os resultados são mais lentos? Muito. Dá para colocar qualquer um pra fazer? Jamais. Transparência é importante? É essencial. As regras mudam quando falamos em relacionamento e não campanha? Completamente. Existe um único caminho a seguir? Não.

David Meerman Scott no livro The New Rules of Marketing and PR, destaca um caso interessante para pensarmos é a “morte” lenta de uma das principais ferramentas do RP tradicional: o press-release. Para ele, praticamente 100% dos releases que ele recebe não geraram nenhuma pauta. Para Meerman seu arquivo de releases é o Google, moderadores de comunidades em redes sociais e blogueiros hard users, os primeiros a falar sobre as novidades, atualizações e mudanças de seus respectivos meios de atuação. Essa é a chave.

É necessário identificar quem são os influentes na sua aldeia/grupo de atuação. O editor da EXAME já não se torna tão relevante se comparado com um blogueiro que, por mês, atinge 3 vezes mais o número de leitores do que a revista. E são leitores qualificados no seu assunto. Se você vende cachaça, por exemplo, é capaz de existir um blog que trate sobre drinks ideais para festas entre amigos, churrascos, etc. Lá é o lugar que a sua marca precisa estar, como uma bebida que será a matéria-prima principal para várias combinações de drinks, e não, apenas, em um banner pago.

O conteúdo é feito por pessoas para pessoas. Entretanto, sempre haverá a pequena classe de influentes. E esses agora são aqueles com muitos seguidores no Twitter, moderadores de fóruns, blogueiros engajados etc. Pois eles são seus consumidores ativos, são eles que irão recomendar seu serviço. Claro que os canais clássicos ainda têm um grande peso, mas não se trata apenas de presença. Ganha quem tem influência, conteúdo a oferecer para o consumidor e, logicamente um produto de qualidade. É uma questão de opinião, crítica e recomendação de usuário para usuário. O que pode ser chamado de boca-a-boca digital. E nem todas as bocas são iguais, cada uma deve ser trabalhada com estratégia específica. (A estratégia do presidente americano Obama, demonstra bem isso!)

De toda essa transformação que estamos passando, fica uma coisa boa: no mundo digital não há mais espaço para marketing amador ou histórias mirabolantes. A empresa será rapidamente desmascarada caso queira parecer ser o que não é. Ouvir o que estão falando sobre sua empresa, perguntar o que quer saber e mostrar que sua empresa se importa com a opinião do seu consumidor antes que a concorrência chegue e conquiste-o primeiro. Gerar confiança, prover experiência e garantir credibilidade mesmo quando a empresa errar vai fazer com que seus esforços sejam recompensados.


Conteúdo extraído de: O Melhor do Marketing

13 de abril de 2010

Redes Sociais - Mídias Sociais


"Para você o que significa propaganda boca-a-boca?

Como já diziam, é a indicação de um produto, ou até mesmo um amigo dentro de uma corporação para outra pessoa. A propaganda mesmo sendo positiva ou negativa pode gerar muitos frutos de perspectiva abrangente para uma certa massa geral, para aqueles que esperam que sua marca seja reconhecida, nada mais do que útil em dias de hoje, o Twitter, mas aí vem a questão: Como divulgar um produto dentro de uma ferramenta social?

O mais sensato seria o que você lê, ouve por aí, o que se escolhe e o que o cliente ou até mesmo o simples usuário – ou você – deseja de um produto. Falando francamente: o que é a informação? A informação por mais rica que seja poderá ser um grave equívoco se não for detalhada corretamente para o usuário ou cliente. Por exemplo: Para facilitar que a propaganda seja divulgada com bons pontos positivos, nada mais do que facilitar a vida do cliente, pois o mesmo se encarregará de fazer o marketing do teu produto para outros clientes. Crie um espaço no qual seu cliente tenha voz ativa e incentive-o a abordar ou até mesmo trocar experiências de determinados produtos com outros clientes. Encoraje a opinião do cliente e sempre a valorize, pois o que podemos ver é que uma empresa que tem um “Fale Conosco”, geralmente não o utiliza em prol da beneficência de melhora de seus produtos.

Não podemos esquecer de mencionar também a valorização daqueles que prezam pelos seus produtos, a lealdade.

Pois satisfazer o cliente ou você próprio é um grande desafio para o marketing e vendas. O que o Twitter tem a ver com tudo isso? Simples. Atualmente vivenciamos uma era na qual nossos pais desconheciam a Internet, hoje ela está mais evoluída e é onde as informações trafegam com uma nítida rapidez. O uso das hashtags (#) proporciona uma expansão do que quer se mencionar ou vender.
Exemplo: #ficadica, #prontofalei, #produto, #marketing, #midiasociais.

Muitas empresas lucram com as mídias sociais pois a utilizam ativamente. É uma forma estratégica de atingir um canal diferenciado de comunicação com o mercado.

Você cria um canal onde as informações são acessadas facilmente.
  • Opine, crie e incentive a comunicação entre seus usuários, criando uma rede social dentro e fora da empresa.
  • Inove, crie algo original, seja prospectivo e atrativo.
  • Independentemente se a pessoa está no Japão ou Brasil, quebre o conceito de distância.
  • Identifique-se, tenha autenticidade e seja você mesmo, fale e opine sobre determinados assuntos, interaja com outras pessoas.
A regra é: Não tenha medo de se comunicar!
Seja aberto a opiniões, ouça muito o que as pessoas, funcionários, clientes e o mundo tem a dizer. Seja mente aberta.Beneficie-se do que as mídias sociais têm a oferecer."

Autora: Patricia Fujiwara
Fonte: 30 segundos.

Sobre Educomunicação

"Quando os primeiros computadores chegaram às escolas pública brasileiras, por volta de 1995, ao mesmo tempo que que foram celebrados pela classe política, causaram calafrios aos educadores. O que fazer com aqueles elefantes brancos parados numa sala?

Eles tinham razão em perguntar. A capacitação profissional para aquela geração de educadores chegou com um atraso tremendo, causando um gap tecnológico entre educador (que tinha nascido na época das velhas "Remingtons") e educando (que nasceu informatizado).

Na época, repórter de uma revista especializada, cheguei a assisir a uma "aula" de como ligar e desligar um micro! Muitas salas de tecnologia permanecem trancadas à chave até hoje; imagem que lembra aquela de livros empoeirando em uma biblioteca, porque ninguém deve manuseá-los para não "estragá-los".

A dúvida que paira daquele tempo para cá, em que laptops são os "elefantes" do momento, é: o que fazer com essa tecnologia em sala de aula. Computadores não educam sozinhos; nem livros. Ambos são meios, ou recursos, para uma potencial prática pedagógica, que pode ser interessante e eficiente. Práticas essas, inclusive, que a escola pública, que recentemente se universalizou, busca para melhorar a qualidade do seu ensino.

Algumas experiências espalhadas no Brasil utilizam a estrututa de tecnologia da escola para a produção de mídia pelo alunos. Os estudantes criam jornais, fanzines, rádios via Internet e até vídeos sobre sua comunidade e escola. Aprendem assim sobre o funcionamento da mídia e tem a oportunidade de expressarem-se sobre os mais diversos temas que os tocam. Na universidade, surge um campo novo de estudo chamado educomunicação: interseção das áreas da educação e da comunicação.

O campo é recente, mas não a prática. O sociólogo francês Célestin Freinet (1896 - 1966) cunhou o termo "imprensa escolar" e desenvolveu centenas de jornais feitos por estudantes no sistema público da França como forma de envolver e ampliar a participação dos estudantes no cotidiano comunitário. Já o célebre Janusz Korczak (1878 – 1942) utilizou a comunicação como forma de resistência de estudantes e professores no começo da ascenção nazista. Ambos em épocas em que o conceito de mídia de massa ainda era bem difuso.

Hoje, a relação do estudante com a mídia de massa, produção de informação e a tecnologia já existe independente da escola querer ou não trabalhar com isso tudo. O mundo da comnicação é mais atrativo, dinâmico e rápido que a o da educação. Chega bem antes ao aluno. Na pior das hipótestes é melhor ter a mídia de massa como aliada, do que como inimiga. Por isso, as experiências atuais de educomunicação passam por ler, interpretrar e analisar a mídia, mas também produzir informação de qualidade.

Fiquei surpreso ao encontrar, no último dia 28 de fevereiro, mais demais de mil professores da rede pública no Ceará, de cerca 40 municípios, para discutir a participação do jovem na escola por meio de jornais (ainda mais em uma "ponte" de feriado canavalesco). Tratava-se de um congresso organizado pela ONG Comunicação e Cultura, que estimula atualmente mais de 1000 jornais em escolas pela Ceará, Bahia, Pará e Rio Grande do Norte.

Mesmo sendo a educomunicação uma prática crescente, a escola pública ainda olha com desconfiança para o que acontece fora de seus muros. Não diferentemente do que aconteceu há quase cem anos: o destino de Freinet foi a expulsão do sistema formal de ensino da França; e o de Korczak, a câmara de gás.

Mas os tempo mudaram na França atual: o Clemi, laborátório referência no estudo das relações entre educação e comunicação, aprovou junto ao Congresso o trabalho com mídia como prática curricular escolar.

Por aqui, em época de discussão sobre currículum no ensino médio - a nova pauta do MEC - seria adequado olhar mais para fora dos muros da escola. Prestar atenção na informação consumida e produzida por nossos estudantes. Um estudo recente do Unicef (Aprova Brasil), analisando minuciosamente as escolas com nota acima média no prova Brasil, reconheceu que sua maioria realiza programas que envolvem os estudantes nas discussões da comunidade e da escola – muitos deles programas de produção de mídia.

No projeto Mais Educação do MEC (de educação integral para o primeiro ciclo do ensino fundamental), a educomunicação já é uma das opções de adesão para as escolas. Mas essa é ainda uma discussão fora da coluna vertebral da educação: o curriculum.

Afinal, aparatos tecnológicos não vão parar de chegar, cada vez mais baratos, às escolas; se as práticas pedagógicas não acompanharem esse ritmo, vão virar, rapidamente, peças inúteis de um museu de novidades."

Autor: Alexandre Sayad
Fonte: O Estado de São Paulo

10 de abril de 2010

Banner Interativo Reflete Imagem de Internauta

A Agência Master está veiculando um banner interativo no Canal de Notícias do portal Terra para a SBRIO, a maior revendedora de ceras automotivas do Rio de Janeiro.

O banner mostra a lateral de um carro completamente fosca e convida o usuário a esfregar uma flanela na porta do veículo. A interação ativa a webcam e, conforme a flanela vai sendo esfregada, revela uma lataria brilhante com o reflexo do internauta em tempo real.

Assina:SBRIO Ceras Automotivas.
Brilho de verdade.



[Disponível em: Portal da Propaganda.]

9 de abril de 2010

Mala Direta Sustentável

Gente, muito legal essa iniciativa do Grupo Pão de Açúcar. Em tempos onde SUSTENTABILIDADE é a palavra de ordem, empresas que adotam essa 'filosofia' ganham cada vez mais destaque e aceitação. Parabéns pela iniciativa e pela inovação!

"O Pão de Açúcar lança uma mala direta ecologicamente correta para os clientes do programa Mais. A peça criada pela Giovanni+Draftfcb utiliza desde o papel reciclado até o saquinho de plástico oxibiodegradável e pretende divulgar a pontuação extra (5 pontos) que o Cliente Mais obtém ao utilizar sacolas retornáveis na rede.

Como a ação existe há um ano, a iniciativa também reconhece os clientes que já usam as sacolas retornáveis, informando quantas sacolas plásticas ele deixou de utilizar. Os consumidores recebem ainda uma flor de papel reciclado que contém sementes de cravo-francês e pode ser plantada."

Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing em: 06/04/2010

8 de abril de 2010

Itaú pinta primeira página do Estadão


A capa do jornal “O Estado de São Paulo” desta quinta-feira (08) ganhou manchas de tintas com as cores do Banco Itaú em uma campanha criada pela DM9DDB. O anúncio diferenciado integra a plataforma “Itaú Apresenta” e divulga o Crédito Itaú para reforma.

Completa a intervenção da sobrecapa o anúncio em página dupla, que mostra um casal com as tintas usadas na reforma de seu apartamento. “Itaú apresenta: o crédito que ajudou um casal a mudar de casa, sem mudar o endereço”.


Fonte: PropMark

5 de abril de 2010

Marketing de Experiência

Totalmente focado no cliente, o marketing de experiência não apenas faz com que o cliente, toque, sinta e experimente um determinado produto em questão, como também defrute de seus benefícios. Vai além da venda do produto...é um contato real, em circunstâncias reais e, muitas vezes, inusitadas!


Algumas empresas optam por investir no marketing de experiência como tentativa de solidificar sua marca a partir de um contato marcante com seus clientes. Um claro exemplo de marketing de experiência bem sucedido é o da Coca Cola Happiness Machine (sem dúvida, uma experiência inesquecível!) Com isso, a Coca Cola, mais uma vez, não apenas surpreendeu e inovou, como cumpriu a proposta de proporcionar através de uma máquina, a felicidade real do seu público.



Se você terminou de assistir esse vídeo e está sorrindo, imagine só a felicidade desses caras... =)

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